Live: Como emagrecer liberando pesos emocionais e padrões inconscientes @nataliasouzacostaterapeuta

Boa noite. Vamos entrando. Vamos entrando. Boa, Boa noite. Boa noite. Vamos entrando. Sejam bem-vindas. Maravilha. Só aguardando mais um pouquinho, mas me contem como que são as expectativas de vocês para essa noite de hoje. Hoj. Maravilha. Não deixa maravilha. Ó, expectativas altas e boas. É isso aí. Muita, muita energia pro que vocês vão ver hoje aqui. Seja bem-vinda, Isaura. Boa noite. Maravilha. Então, eu vou esperar, tava esperando alguns minutinhos, né, mas já vou dar início à nossa live de hoje. Eh, boa noite a todos vocês, sejam bem-vindas. Eu me sinto muito feliz e grata por poder estar aqui com vocês hoje, né, trazendo esse conhecimento profundo e curador. Eh, peço a guiança maior do divino para que as minhas palavras possam realmente ali tocar no coração de vocês. Peço licença tanto a minha ancestralidade quanto a ancestralidade de vocês para trazer esse trabalho de cura, né? E parabenizo ali vocês por essa atitude, por essa coragem de estar aqui hoje, né, olhando para vocês, trazendo esse essa esse olhar, esse cuidado para vocês. Eu falo que uma das maiores causas ali do do ganho de peso é esse autoabandono, né? Às vezes eu olho tanto pro outro, cuido tanto do outro, faço tanto por outro e às vezes eu esqueço de mim mesma. E aí nisso eu vou gerando, eu falo assim, a as nossas capas de gordura. Eu vou, eu vou esquecendo do meu sentir, eu vou desconectando do meu sentir, das emoções que estão aqui dentro de mim, né? E vou engolindo e vou comendo essas emoções. E hoje eu tô aqui para dizer para vocês que vocês podem sentir que o sentir de vocês tem importância. Sim. Faz sentido? Me dizem aí se faz sentido para vocês, né? E que hoje nós podemos descobrir a diferença entre a fome emocional e a fome de comida mesmo, a fome física. Hoje nós vamos ver essa diferença aqui. Eh, então para hoje essa live é para você que já tentou de tudo para emagrecer. Ah, Natália, eu já fiz dieta mediterrânea, dieta de eh dieta lacarb, né? Já fiz dieta de proteína, já fiz jejum sei o quê, jejum de não sei o quê. E nada adianta. Me contem aqui quem que já fez uma dessas dietas. Coloquem aqui para mim quem que já fez alguma dessas dietas, tá nesse caminho aí das dietas. escreve aqui nos comentários abaixo. Então, essa live, gente, é para você que já tentou de tudo e às vezes até chegou a emagrecer, perdeu uns quilos, mas não conseguiu sustentar esse essa essa esses quilos ali que você eliminou, não conseguiu sustentar esses quilos. Ou então, gente, eh essa live é também para aquela pessoa que colocou as metas ali de início de ano. Ah, esse ano eu vou emagrecer, esse ano eu vou deixar meu corpo mais saudável, vou cuidar de mim e não conseguiu tirar do papel. Essa live também é para você que às vezes, ah, Natália, o a perda de peso não é o fator principal para mim. Eu queria mesmo é trabalhar as compulsões, não só compulsões alimentares, mas talvez a compulsão de com compras, com vícios. Então, olhar para essas outras compulsões também, né? E e também para essas mulheres que tá com esse peso emocional. Então, todas vocês são bem-vindas aqui hoje. Eu vejo todas vocês, todas vocês são bem-vindas. né, para olhar para essas dores, para olhar para tudo isso, que muitas das vezes são dores que tem em comum, semelhança entre essas três mulheres, essa mulher que quer perder peso, essa mulher que quer trabalhar a compulsão, seja alimentar ou seja por compras, seja por eh por jogos, o que seja, e essa mulher também que tá pesada emocionalmente. Então, hoje aqui é para vocês. Eu vou me apresentar. Meu nome é Natália, eu trabalho com essa parte terapêutica, vão fazer 6 anos, né? Eu trabalho mais na área da constelação familiar, que é essa área de olhar paraas raízes, dos conflitos, de olhar paraa origem, de onde veio esse conflito, né? para olhar pra ancestralidade e venho nichando, venho me especializando nessa parte do emagrecimento. Eu falo que nada na nossa vida é por acaso. Quando eu fui fazer o meu mestrado, eu fiz na área de epigenética, que eu falo assim, eu nem sabia que eu ia trabalhar com constelação, né? E depois a constelação ela vem na minha vida e eu falo: “Tem tudo a ver, porque a epigenética ela vai olhar ali o que que o que que você herdou ali dos seus familiares, né? Qual, o que que tem no seu material genético que vem dos seus familiares e o que que você expressa, porque não significa que eu tenho, não significa ali que eu tenho uma predisposição para algo que eu vou expressar aquilo, que aquilo ali vai ter que não é porque tem no meu gene que essa característica ela vai ser expressa por mim. Então, a epigenética tinha tudo a ver. Depois eu trabalhei do anos numa clínica de emagrecimento. Então eu falo que tudo vai nos preparando ali, vai nos preparando para algo maior. E eu confesso para vocês, quando me veio essa questão de trabalhar com emagrecimento, eu tive uma resistência, porque eu falava assim: “Gente, mas eu quero trabalhar com as dores dessas mulheres, eu quero trabalhar com família, né? Não, não sei se seria emagrecimento. E aí medida que eu fui me aprofundando no conhecimento, me aprofundando até mesmo nos atendimentos, eu fui percebendo que imagine que um um iceberg, imagina aquelas geleiras lá no oceano, o o emagrecimento ele é um sintoma, ele é um sintoma que mostra só a pontinha ali da desse dessa geleira ali no mar. Eu consigo ver só a pontinha do iceberg. Quando eu olho, na verdade, quando eu olho para dentro desse oceano, desse marrio, vem uma distância quilométrica, né, de questões para trabalhar, de dores emocionais para serem olhadas. Então, não é só esse o emagrecimento. Talvez o pedido de socorro não seja proagrecimento, seja para olhar para essas questões que estão todas aqui dentro, que tá me levando a esse ganho de peso. Então, quando eu descobri isso, eu falei assim: “Não, Senhor, é isso mesmo, me guia que nós vamos, segura na minha mão que nós vamos”. Eh, então vamos lá que eu vou trazer a raiz, né? Primeiramente, a raiz desse ganho de peso, né? O que que me leva a ganhar esse peso? Quando nós olhamos para pra gordura, qual que é a função dela fisiológica no nosso corpo? A gordura, se eu levo um escorregão no banheiro, né, caio de bunda no chão, aquela gordura na minha na bunda, né, nas nádegas, ela vai servir como amortecimento para eu não me machucar profundamente. Então, ela vai me proteger, vai me trazer um amortecimento ali naquela região. Outra função da gordura, quando para regular essa questão de frio, de calor, né, esse tecido adiposo, ele não deixa com que eu passe frio. e da mesma forma ele me protege também para que eu não passe um calor exagerado. Outra outra ali função fisiológica da gordura, né, seria a questão de me trazer energia. Se por acaso eu fico eh naufragada numa ilha ali e até que a pessoa venha alguém me socorrer, eu vou precisar usar a reserva de energia que tem no meu corpo. E onde que tem essa reserva de energia? Na nossa gordura. O que acontece é que a nossa mente ela não sabe diferenciar o que que é o que que é uma proteção, que essa gordura tá servindo de proteção fisiológica ou que essa gordura tá me servindo de proteção emocional. Então ela não sabe diferenciar. Talvez eu tô sentindo necessidade de uma proteção emocional, eu tô me sentindo desprotegida emocionalmente. Só que a minha mente não sabe diferenciar que é emocionalmente. Então ela aumenta, né, o meu tecido adiposo, aumenta essa minha gordura ali para me trazer essa proteção fisiológica que ela acha que é fisiológica, na verdade é emocional. Então, a primeira causa ali, gente, que eu vou trazer para vocês desse ganho, né, de peso, seria essa sensação de se sentir desprotegida. Como que é isso, Natália? Imagine que você na infância foi criada em um ambiente muito hostil. Às vezes você passava por muitas agressões físicas, agressõ agressões eh verbais. Talvez você eh recebia algumas depreciações, alguns xingamentos, de alguma forma você se sentia inadequada ou então passou por bullying na escola, né? Então, na infância sofreu alguns ataques e às vezes até hoje você vem repetindo esse padrão, esses ataques. Talvez a pessoa passou lá na infância, no seu ambiente familiar, aí hoje casou ou tem algum namorado que também repete esses mesmos ataques ali, essas mesmas agressões verbais, físicas. Então a pessoa ela precisa aumentar essa proteção, essa gordura ali para ela conseguir se proteger. Ou ela vai aumentar essa gordura para ela se tornar maior, mais forte ali para se proteger, ou ela vai aumentar esse tecido adiposo, essa gordura para se esconder, para que não seja visa, para se esconder ali debaixo dessa capa que ela criou ao redor dela. Então, ela esconde quem ela realmente é, por medo às vezes de ser atacada, por medo de de ser agredida. Então, ela vai criando essa capa de gordura. Eh, outra questão também, gente, que nessa nessa causa de desproteção, outra questão é que às vezes algumas crianças ou adolescentes passaram ou passam, né, por abusos sexuais, abuso, assédio. E ela vai engordando também para criar essa camada de proteção. Ela vai engordando ali para talvez não ser tão ah no corpo, na mente dela, talvez não ser tão atraente ali para se proteger desses abusos. Esses abusos também não é só na infância. Talvez até mesmo dentro do relacionamento, a mulher ela não quer ter relações sexuais naquele momento. Talvez ela tá passando por uma questão, algum problema com o esposo e ela não quer, né? E aí ela ainda assim ela faz, né? ela vai contra a vontade dela, tipo, sem o consentimento. E aí quando vê, ela começa a criar também essa capa de gordura como uma proteção. Outra outra causa aí dentro também desse desse dessa questão de desproteção seria às vezes uma uma criança que presenciou muito traições nos familiares, seja com os pais ou seja outros familiares. E ela com medo de também trair o seu cônjuge, ela começa a engordar. também para, tipo assim, se livrar desse para se proteger também de de trair, de passar por problemas ali no relacionamento amoroso. Outra causa, gente, é o abandono, a sensação de ter se sentido abandonada. às vezes na infância, eh, essa criança, ela ela ela não teve um nascimento ali da forma como ela esperava. Talvez no nascimento a mãe passou por questões complicadas, difíceis. Então, no quarto, na gestação, ela criou uma barreira ali com essa criança e essa criança se sentiu abandonada. Quantas vezes, ah, às vezes foi uma cesárea, né? Antigamente eles tinham muito esse costume. Na cesárea eles tiravam o neném e deixava longe da mãe. E a criança não sabe diferenciar. Ah, que vai ser 2 horas, 3 horas. Para ela é uma eternidade. Ela não tem essa noção de tempo. Então, talvez dependendo da forma como ela processou, ela pode ter entendido como abandono. Talvez memórias também de abandono dos familiares, dos ancestrais, né, que foram realmente ali, foram abandonados. ela vai carregando isso ali com ela. Talvez a mãe teve uma depressão pós-parto, né, e não conseguiu, esteve ali emocionalmente, ela esteve ausente ali emocionalmente, indisponível emocionalmente para aquela criança. Por mais que estivesse fisicamente, emocionalmente não estava e essa criança sentiu esse bloqueio na na amamentação também, se essa criança sentiu que não foi satisfatória essa amamentação, ela pode também ter essa sensação de abandono. Às vezes os pais que saem para trabalhar, dependendo de como a criança ela olha para isso, ela vai sentir um abandono, né? Vai se sentir abandonada. Eh, irmãos mais novos, né? Aquela criança, ela perdeu o colo quando veio o irmão mais novo. Então, ela pode ter uma sensação de abandono, abandono às vezes de parceiros, aquela sensação do ninho vazio, que é quando os filhos vão seguindo a sua vida e a mãe vai ficando sozinha, também pode trazer essa sensação de abandono, falta de reconhecimento no trabalho. Quando a a pessoa ela sente, ela tem essa causa principal para o ganho de peso, ela sente que ela precisa ser vista para ela não ser abandonada, que ser abandonado é um perigo, é um risco. Então o que que ela faz para ser vista? ela começa a engordar, ela começa a ganhar peso, porque é mais fácil eu encontrar um objeto grande ou um objeto pequeno. O grande. Então é nessa mesma linha de pensamento, é nessa linha de raciocínio. Eu preciso crescer para eu ser vista. Então ou ela, essa criança, essa pessoa, né, ela vai crescer para ser vista, ou ela vai ter atitudes muito extravagantes ali para ser vista. talvez eh ou falar alto, ela vai ter alguma coisa ali para chamar atenção, porque ela tem que ser vista. Ela não ser vista é sinal que ela pode ser abandonada e ser abandonada é perigoso para ela, né? Foi assim que ela entendeu quanto criança. Eh, um outra característica, outra causa, gente, é o medo da falta. Às vezes a pessoa tem algumas memórias de escassez, seja da infância, seja dos familiares. Talvez não foi ela que passou fome, talvez seja os ancestrais ou os familiares que passaram fome. Então ela carrega ainda essas memórias com ela, essas memórias de escassez e tem medo da falta, tem medo de faltar. Então são aquelas pessoas geralmente tá sempre fazendo estoque, ah, tá na metade do pacote de arroz, ela vai lá e compra mais um pacote de arroz. Talvez a criança ela ainda teve o básico. Talvez ela não passou fome, ela passou falta de coisas superérflas, né, de ter alguma algum docinho, alguma coisa ali gostosinha, né, palatável que a gente fala. E aí ela começa, quando ela cresce, ela começa a comprar em excesso. Então, nessa nesse medo da falta, ela começa a comer em excesso, comprar em excesso para não passar por aquela escassez, né? Ela não percebe que agora são outros tempos, que aqui ela é apenas uma memória. Outra causa também, gente, tá fazendo sentido. Conversem comigo, traguem, traguem o ponto de vocês aí, se vocês estão conseguindo entender, se tem alguma dúvida. Gente, outra causa também pro ganho de peso é a falta afetiva e a falta de calor, esse calor humano, essa falta afetiva, talvez faltou um colo, talvez faltou um aconchego, um carinho, eh um reconhecimento, um olhar. E aí essa pessoa ela vai comer para tentar substituir essas faltas que tiveram. Talvez faltou esse calor humano. Que que é esse calor humano, gente? É esse calor de aquele abraço. Já viu que eh eles falam que o melhor remédio ali para quando você tá com hipotemia, né, tá ali, tá o corpo tá esfriando, é você ficar de aconchego com outra pessoa, é deixar o o calor humano ali aquecer, porque isso é real, gente. Talvez faltou esse calor humano. Então, ela vai comer sempre para trazer esse calor, para ela se sentir esse calor, para ela sentir esse calor no corpo, né? que essa regulação térmica que também é uma função da gordura. Outra situação, gente, outra causa é a sensação de ter que lutar, aquela sensação de luta e fuga o tempo inteiro. Gente, eu preciso dar conta dessa rotina, eu preciso dar conta desse casamento, eu preciso dar conta dessa situação que eu tô vivendo hoje na minha vida. E aí ela começa a lutar desesperadamente. Ela precisa ser o quê? Forte. Então ela começa a comer para ser forte. Ela precisa, ela precisa se sentir ali forte e a comida com essa função de trazer energia, ela vai descontando nessa comida, ela vai compensando, trazendo essa energia através da comida. Então, ao invés dela se ela se conectar com a com a fortaleza que tem na sua essência, ela começa a se conectar com essa fortaleza que vem da comida. Então, nunca é suficiente. Então, sempre vou precisar comer muito, vou sempre precisar eh comer e trazer bastante energia pro meu corpo para eu me sentir forte. Tá fazendo sentido? Outra outra causa ali, gente, é a perda de alguém. Vocês podem observar que muitos casos depois que tem a perda de alguém, que alguém falece ali na família, essa pessoa ela começa a ganhar peso. A falta que aquela pessoa gerou ali na família, né, na vida dessa pessoa, ela vai descontando, vai compensando através desse ganho de peso. Eu vou criando espaço no meu corpo para essa outra pessoa. Outra também outra situação semelhante ali que pode acontecer nesse sentido é ela seguir essa pessoa na morte. Quando a gente fala seguir na morte, essa pessoa vai se deixando levar também. Ao invés dela ter movimentos mais de vida, ela vai, ela vai tendo mais movimentos que a gente fala de morte, é movimentos que eu vou seguindo aquela pessoa. É como se se aquela pessoa se perdeu. Se você perdeu aquela pessoa, você também vai se perdendo em vida. Você vai deixando a vida lhe levar. E aí também isso pode gerar o ganho de peso, que é uma pessoa ali seguir a outra na morte. Outra questão é esse se sentir mais forte para ninguém mexer comigo, por exemplo, ninguém mexer comigo na rua, então eu preciso ser forte, eu preciso ser grande para eu não ser atacada, não ser agredida, eu trazer essa essa postura, essa posição ali mais forte. Ninguém vai mexer comigo. Percebe? Quando a gente olha num, por exemplo, o leão, ele vai pegar o bando de zebra, geralmente ele vai escolher a mais miudinha, a mais fraquinha, a menorzinha. Esse ele vai escolher mexer porque na eh ele vai ele se entende que vai ser mais fácil, né, de mexer com essa. Então, muita gente vai engordando para criar essa fortaleza. Ninguém mexe comigo, ninguém chega em mim, ninguém me agride. Outra causa, gente, é a mulher multitarefas. É aquela mulher com bastante excessos. Às vezes a rotina com muito excessos, com muitas atividades para fazer, muitas obrigações, muitas responsabilidades, né? Que a gente fala que é aquela mulher também que vai negando seu feminino, né? a mulher que vai focando mais no resultado, vai desfocando de si, vai tirando o olhar de si e vai vivendo aquela vida no excesso, na força masculina, na força do braço. Então essa mulher ela precisa ser forte, consequentemente ela vai comer para trazer essa força para ela. Então essa também é uma das causas. Outra causa, gente, é o conflito te mantendo no conflito, que é quando você começa a se depreciar por estar acima do peso. É quando você começa a trazer palavras de depreciação, palavras de críticas para você mesmo. Você mesmo se rejeita, você mesmo se abandona, você mesma não se olha com carinho. E isso vai te trazendo sentimentos às vezes de vergonha, de culpa, te mantendo nessa situação. Tudo que a gente rejeita, tudo que a gente exclui, isso cresce, isso traz uma proporção pra nossa vida. Tudo que a gente olha, tudo que a gente acolhe, nós conseguimos lidar com aquilo. Então você, ah, eu não tenho coragem de me olhar no espelho, ah, eu não faço isso por mim, eu começo a me depreciar demais, vou me excluindo, vou me rejeitando, aquele problema só vai aumentando na minha vida. Faz sentido para vocês? Tão conseguindo pegar? me diz o que que tá fazendo mais sentido aí, o que que para vocês pegou mais. Eh, e a outra outra causa, gente, é às vezes é carregar mágoas, né? Memórias de mágoas, de dor. Às vezes aquela pessoa fez algo comigo lá atrás e eu ainda não consegui liberar. Eu tô com aquela com aquela atitude, com aquele comportamento da outra pessoa em mim. Então, para eu carregar esse peso que é da outra pessoa, eu preciso também crescer. Eu preciso também estar forte. Então eu vou engordar para eu conseguir segurar aquilo. Com as mágoas, né, as faltas às vezes de de perdões, é o que que a gente vai carregando, que é da outra pessoa também vai me pesando, também vai me me estimulando ali a crescer, a ser forte para segurar isso, para segurar essa essa barra. Tudo bem? Não é sobre, né, o que eu gosto sempre de falar, não é sobre o que fizeram comigo, é sobre o que eu faço com o que fizeram comigo. É como eu lido com o que fizeram comigo. Agora entrando, gente, mais na parte sistêmica, né? Eh, causas que raiz ali do raiz emocional desse ganho de peso. Uma dessas causas é estar fora do seu lugar. Falo no sistema, cada um tem o seu lugar. E eu só tenho força quando eu estou no meu lugar, no meu lugar do sistema. Agora, as pessoas que vão às vezes pro lugar da mãe, né, mãe da mãe, vai pro lugar do parceiro da mãe ou do pai, eh, mãe ou pai, da mãe, do pai, elas saem do seu lugar, percebe que esse lugar ele vai trazer um peso maior, então ela tem que crescer, ela precisa ser forte para segurar essa bagagem que não é dela, ainda mais de quem vem antes. É uma bagagem maior ainda. Então ela precisa estar forte para segurar isso. Então não estar no seu lugar. Ah, em relação à minha mãe, qual que é o meu lugar? Meu lugar de filha. Em relação a a meu pai, meu lugar de filha. em em relação aos aos meus filhos, meu lugar de mãe. Então, tá sempre no seu lugar te evita de ter que ser tão forte a ponto de crescer ou tão forte a ponto de usar a comida ali como um como uma compensação. Outra questão também, gente, são as lealdades sistêmicas. Ah, eu vim de uma família que tinha predisposição genética, né? Que tinha predisposição pro ganho de peso, a maioria das pessoas eram obesas. Então eu acredito internamente que eu também tenho que ser isso que a gente chama de lealdade sistêmica. São as repetições de padrões, repetições de comportamento. E talvez, né, gente, trazer um novo olhar para isso, trazer um olhar que eles já pagaram um preço. Será que eu preciso pagar também? Será que eu preciso para honrar o meu amor a eles, fazer igual? Será que eu preciso repetir, né, as mesmas situações ali? Então esse é um outro ponto, uma outra causa ali, que são essas lealdades, essas repetições de padrões, de comportamentos que nós vemos e pegando ali dos nossos ancestrais. Outra causa, gente, são os abortos. Às vezes, muitas crianças morrem, né? Ou seja, o aborto, gente, independente, aborto provocado, aborto não provocado, crianças que se perderam, eh, que faleceram, crianças após o nascimento que faleceram. Quando eu não dou um lugar para isso, quando eu não reconheço, né, a vida dessas crianças, esse fato ali, o que aconteceu, eu vou dando lugar no meu corpo. Então, eu vou crescendo para dar lugar a todas essas crianças que morreram, que faleceram ali. Então o que a gente faz no sistêmico é olhar para essas crianças, é dar um lugar, falar para elas que elas fazem parte, né? que elas fazem parte que elas podem existir, que elas têm um lugar nesse sistema e no nosso coração para que eu não precise dar um lugar para elas no meu corpo. Outra causa, gente, é o gêmeo sobreviventes. A cada oito casos de gestação, uma é esse caso do gêmeo sobrevivente, que na barriga desenvolvem duas crianças. E às vezes a mãe nem tem consciência disso, porque é tão essa criança, ela ela falece, né? Ela se perde ali tão cedo que a mãe nem tem essa consciência. É que às vezes se desenvolvem duas crianças, mas só uma que sobrevive. A outra o próprio corpo ali da mulher absorve. às vezes no início ali, enquanto tá enquanto as células ali são se dividindo, só que a outra criança que sobreviveu, ela sente a falta, ela sente a perda dessa que se foi. E aí depois de de adulto, ela começa sempre a comer por dois, ela começa a comprar por dois, ela sempre precisa fazer muito, trabalhar por dois, porque ela sente essa falta. ela acredita que ela precisa fazer pelo outro, que ela também tem que viver pel aquele outro irmão, ou ela deixa de fazer suas atividades, seus projetos, porque esse irmão não teve essa oportunidade. Então, pode acontecer as duas situações. E a última a última causa, gente, hoje aqui é a tomar a mãe. Mãe é ligação com nutrição, né? Então, se eu não tomei a minha mãe, se eu não tomei essa nutrição de vida, essa nutrição que me preenche, né, que preenche a minha essência, ali, eu vou buscar a nutrição fora. Então, eu vou buscar em compções, vou buscar na comida, porque eu não tô preenchida dessa nutrição, essa primeira nutrição, que é eu falo que é a nutrição certa para nós, independente da forma como vem, é a nutrição ali que nós precisávamos. Então, quando eu não tomo, quando eu rejeito a minha mãe, ah, Natália, porque minha mãe era isso, ah, Natália, porque era aquilo. Quando eu não olho pra vida, independente da forma como essa vida veio, não toma. Ai, mãe, eu tomo hoje, eu tomo o que a senhora me trouxe, daqui pra frente o que faltou eu vou buscar. Quando eu não tenho esse essa atitude, essa postura, eu vou buscar em outras coisas essa nutrição. Eu vou buscar me nutrir dessa comida que é essa comida física. E nunca vai ser suficiente, porque não é essa comida que eu tô querendo, não é essa nutrição que eu tô querendo. Eu tô querendo a nutrição da minha essência, a nutrição que realmente ali me preenche. E agora melhor parte, gente, como que eu resolvo isso? Como que eu dou um olhar para isso ali? Primeira questão é vocês verem, identificarem qual que é a causa de vocês. Às vezes vocês podem ter mais de uma dessas causas, mas vai ter uma que vai ser a predominante. É vocês olhar qual que é a predominante em mim. Será que foi o abandono? Será que foi o sentimento de desproteção? Será que foi eh a os abusos? Será que foi e a questão das lealdades sistêmicas? Qual que é a causa mais predominante em mim? Será que foram abortos na minha família? Então, olha, olha profundamente qual que, qual que você se identifica mais. Segunda é ver que eu não vou mudar esse passado, que não é através da doença, do engordar ali, eu não consigo mudar esse passado. Às vezes eu uso ali, eu engordo, eu eu fico doente de alguma forma numa tentativa de mudar, mas é olhar pra realidade. Eu não vou, nada que eu fizer, eu vou conseguir mudar esse passado. independente do que eu fizer, eu vou conseguir mudar esse passado. Foi dessa forma. Então, o segundo passo é dizer sim paraa sua história, é dizer sim para como foi. E o terceiro é tomar as ações conscientes, é trazer essa esse olhar consciente pro que você viveu, né? E pro que você vaza, pros seus novos hábitos ali. Às vezes no início, né? Eu falo muito pros pacientes que às vezes no início é, eu vou sempre precisar usar a consciência, depois vai virando um hábito, então depois eu vou condicionando o meu corpo a agir daquela maneira. Então quando eu for comer, será que essa fome que eu tô sentindo ela é uma fome física mesmo? Ou eu tô triste ou eu tô cansada, ou eu tô precisando de algo? Né? Então, trazer essa consciência pros seus hábitos hoje, fazer as liberações que são necessárias e trazer essa consciência. Eh, e outra consciência também, gente, que muitas quando a gente fala de sistêmica, de lealdade sistêmica, é que o preço ele já foi pago, né? Ele já foi pago muitas vezes para que vocês não precisem pagar. Quem veio antes já abriu caminhos ali. Abriu caminhos para que você pudesse ser, para que para você pudesse ser mais leve, para que para você pudesse ser melhor. Então, como que eu vou pegar essa oportunidade? Eu vou pegar essa oportunidade, vou fazer igual eles fizeram ali, vai ficar todo mundo em sofrimento, porque eu sofrer não vai tirar o sofrimento deles. Ou eu posso falar assim: “Obrigado pelo caminho que vocês abriram para mim, seguir em honra a eles ali, mas fazer valer a pena todo esse sacrifício, fazer coisas boas, né, com essa vida que você recebeu. O que que de verdade ali honra o que eles fizeram para vocês?” E eu falo que essa questão da do engordar, gente, também foi uma uma luta, né? Eu também lutei em algumas eh em alguns períodos da minha vida. Eu lutei também contra a balança. E hoje o que eu falo não é algo ali que eu não vivi, é algo que eu vivi quando eu tinha 15 anos. Eh, meus pais se separaram, né, de casa. E aí eu entendi que eu tinha que me virar sozinha, que eu tinha que por mais que eu não estivesse sozinha, eu eu falo assim que baixou uma uma mini adulta ali com 15 anos e que eu tinha que eu tinha que ser responsável por mim, que era por mim, que eu tinha que viver ali da de uma maneira pesada, né? Eu falo muito pesada. Então a minha irmã na época, eu acho que ela tinha uns 2 anos, né? Eu tinha 15. Eu também me senti muito responsável por ela, então eu saí do meu lugar, né? A gente já pode olhar para isso e comecei a ter uma rotina ali de adulto. Então eu ia pra escola, depois eu trabalhava, isso eu tinha 15 anos, fazia minhas coisas sozinha, eh cuidava ali de mim sozinha ali, né? Cuidava. Então tudo que eu tinha para fazer, eu fazia sozinha e tinha essa esse excesso de responsabilidade, esse excesso de peso na minha rotina. Que que aconteceu? Comecei a ganhar muito peso, né? Porque eu precisava ser grande, eu precisava ser forte para dar conta de toda essa rotina. Novamente essa situação aconteceu quando isso foi na minha adolescência, né? E depois na vida adulta, quando eu mudei de cidade, eu fui para bem longe da minha cidade natal. E quando eu cheguei lá, falei assim: “Por mais que eu não estivesse sozinha na minha cabeça, eu tava sozinha, que eu tinha que me virar, eu tinha que fazer acontecer, eu tinha que entrar naquele estado que a gente falou de luta, luta e fuga, tem que fazer acontecer, tem que trabalhar, eu tenho que eh as coisas têm que se movimentar”. E eu entrei numa rotina pesada novamente. E essa rotina pesada comecei a ganhar peso para ser forte, para aguentar essa rotina. Ainda mais que eu vim de uma família onde as mulheres são muito fortes, né? Sempre deram conta de muito trabalho, né? Sempre deram conta de uma rotina muito pesada. Então achava assim, eu também tenho que fazer isso, né? Eu também tenho que ser dessa forma, também tenho que agir dessa forma. E aí eu fui engordando para criar esse espaço, para criar essa força, para ter energia. Então eu tinha que descontar na comida. E foi quando eu parei e olhei para mim, falei assim: “Olha, eu não vou dar conta. Então, mamãe, que para mim possa ser mais leve, mamãe, que eu possa eh eu não, realmente eu não dou conta de ter uma rotina igual a da senhora. Então, que eu possa ser mais leve, né? que eu possa ter menos eh afazeres, que eu possa ter mais leveza no meu dia a dia, que eu possa ter mais prazer, porque às vezes nessa rotina tão corrida que eu vivia, eu não tinha nem momentos ali de desfrute, né? então que hoje eu possa ter esses momentos de desfrute. E aí eu comecei a olhar para mim, comecei a trazer mais equilíbrio pra minha vida, comecei a fazer exercícios físicos, né, que é algo que eu gosto bastante. Comecei a trazer esse olhar para mim, pro que tava dentro de mim, a trazer esse equilíbrio. E se você tá desanimada, achando que é o fim para você, não fique. Eu falo que tem jeito, tem jeito. E hoje eu trago, gente pensando nisso, eu trago uma mentoria que eu falo que é uma mentoria de emagrecimento sistêmico, onde a gente vai olhar para isso de forma completa. Eu faço as constelações familiares e é um movimento muito lindo, de muita consciência, de muita cura, porém eu faço, você toma consciência e depois você vai eh tomar suas ações, suas atitudes, às vezes sozinha, muitas vezes sozinha, sem um acompanhamento. Então, na mentoria, além da gente fazer as constelações, os movimentos sistêmicos, né? Eh, nós vamos ter esse acompanhamento em grupo, em grupo de mulheres, que eu falo que mulheres curam o seu feminino com outras mulheres. Elas precisam de ter esse espaço de acolhimento, de apoio, de crescimento, onde todas crescem juntas. Então, pensando nisso, eu criei essa mentoria. É uma mentoria de três meses, onde a gente tem um encontro uma vez por semana. E nesses encontros nós vamos trabalhar essa parte sistêmica. São divididas em três módulos. Então para trabalhar essa parte sistêmica, todas as lealdades familiares e repetições de padrões que eu tô tendo em relação a meus familiares, quais posturas eu preciso mudar em relação aos familiares, ao meu sistema familiar. Então nós vamos olhar para isso, olhar para esse feminino que às vezes tá um feminino ferido, né? Então, acolher, trazer de volta esse feminino, que é uma ferramenta de cura grandiosa, que eu pego as minhas emoções, eu acolho mesmo, eu cuido mesmo, né, me ajudando nessa perda de peso. Outra questão que nós vamos olhar é o corpo. Muitas vezes, Natália, eu tomo consciência, mas eu não mudo o meu comportamento. Muitas vezes eu continuo naquele mesmo comportamento, naquela mesma eh atitude. Então, o que que acontece, Natália? os meus traumas, o que que eu vivi ainda tá no meu corpo. Aquelas memórias de traumas, de dor que eu passei, ainda está no corpo. Então, eu preciso movimentar esse corpo, eu preciso mobilizar esse corpo e tem os exercícios certos para isso, tá bom, gente? Então eu preciso mobilizar esse corpo para eu liberar esses traumas, essas memórias de trauma que estão neles, porque eles são, esses traumas condicionaram esse meu corpo a um padrão de comportamento, sempre aquele mesmo padrão de comportamento. À medida que a gente vai mobilizando essas memórias, o que que tá ali no meu corpo, eu vou condicionando a novos comportamentos, vou trazendo novos comportamentos para esse corpo. Então, o primeiro módulo vai ser essas lealdades sistêmicas. Segundo módulo, a parte do corpo, mobilizar o corpo, essas memórias de traumas do corpo. E terceiro são os hábitos. Então, trazer hábitos de mais amor próprio, hábitos de mais amor pro meu corpo. Não adianta tomar toda essa consciência, liberar os traumas e eu tiver hábitos ruins em relação ao meu corpo, né? Então, pensando nisso, que eu trouxe essa mentoria para vocês. E quando a gente fala, pensa assim, quanto que eu já gastei para emagrecer, vem, ah, se eu olho com remédios, às vezes com procedimentos, com a clínica, né? Muitas pessoas às vezes vai até pra cirurgia, quanto que leva tudo isso, né? Se eu penso em seis sessões ali de seis aplicações de um Ozeni dá R$ 1.600. Se eu penso numa cirurgia bariátrica ali, é de 20 a R$ 30.000, né? Então, quanto que eu já gastei ou quanto que eu posso gastar para emagrecer e não vai resolver o meu problema emocional, não vai trabalhar o que eu tenho aqui dentro que me leva a esse ganho de peso, tem os riscos de morte, as dependências, a grande chance de retornar esse peso e ainda assim eu gasto valores tão altos. Então, gente, eu tenho vergonha hoje, vergonha mesmo de falar para vocês, né, o valor dessa mentoria, porque essa mentoria ela tá saindo hoje, mentoria de 3 meses com 13 sessões, né, eu falo, vai dar umas 13 sessões, uma vez por semana, tá saindo por 1497, mas para vocês que estão hoje aqui em honra a vocês, ela tá saindo por R$ 997 até quinta-feira. São três meses de acompanhamento, vão ser encontros em grupo, então em grupo de mulheres pra gente ter essa egrégora feminina. E nesses encontros nós vamos fazer constelações, vamos fazer exercícios sistêmicos, eu vou abordar mais sobre os assuntos que a gente trazer em cada encontro ali. Vou falar mais a parte teórica também. vai ter práticas do corpo, de como mobilizar esses traumas também no corpo. Tudo isso, gente, por apenas para vocês que estão aqui. É uma honra vocês que estão aqui, que ficaram até o final, R$ 997, que podem ser dividido em até 12 vezes. Eh, se vocês pararem e pensarem, gente, eu já gastei tantas vezes para emagrecer, né? Já fiz tanto, por que não olhar para mim? Por que que não olhar para o que que tá me levando a esse ganho de peso, né? Então eu digo para vocês que chegou a hora. Chegou a hora de olhar para vocês. Chegou a hora de olhar para o que tem aqui dentro. Talvez lá atrás eu me senti abandonada, eu me senti não vista, eu me senti às vezes negligenciada, me senti não aceita, né? Mas hoje, hoje na sua vida adulta, quem tá fazendo isso com você? Será que é você mesmo? Hoje quem tá trazendo isso para vocês? Será que são vocês mesmos? Então, olhar para isso, né? E eu falo que não existe o tempo certo. Existe o tempo que eu decido e que eu falo: “Agora eu vou fazer isso, que eu tiro todas as desculpas, todas as justificativas e eu vou para cima, né? Aí se a gente e se pensar fazer, se vocês fizerem isso pensando em vocês não seja suficiente, então que pense em quem veio antes, pense em todos os ancestrais de vocês, quem passou ali, né, pela essa história de vocês ali, tudo que eles passaram, todo o sofrimento, todos os sacrifícios, tudo. Se eles olhassem para vocês tendo essa oportunidade hoje ali, como que vocês acham que seria a reação deles? O que que vocês acham ali que eles sentiriam vendo vocês nessa situação, tendo essa oportunidade de escolher, de fazer algo por vocês, porque talvez eles não tiveram essa oportunidade de olhar para eles, de curarem as suas feridas, as suas dores emocionais, mas hoje você tem, hoje você pode fazer isso. Então, que vocês possam fazer não só por vocês, mas por eles e também pros que vieram depois de vocês ou pros que vierem depois de vocês, né? que vocês possam ser esse instrumento de cura no sistema de vocês. Então, gente, essa mensagem hoje que eu trago para vocês. Se vocês tiverem uma dúvida, me coloca agora à disposição para responder às dúvidas de vocês. Me dizem se fez sentido, se vocês entenderam, se tem alguma dúvida, qual quais características ali ou quais causas vocês mais se identificaram. Dizem como que tá aí, gente. Isso. Maravilha. Então é isso. Se vocês tiverem mais alguma dúvida, é só vocês entrarem em contato, me mandar mensagem, tá? Seja pelo direct ou pelo WhatsApp, que eu vou estar respondendo vocês, tá bom? Então, gratidão a todos vocês, uma boa noite e espero ter contribuído ali nesse processo de cura, tá? Um beijo. Tchauzinho.

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