Aprenda técnicas INCRÍVEIS de como emagrecer – Mulheres (20/11/2025)

E você vai descobrir como emagrecer ativando seus hormônios da saciedade. Você fala: “Mas Camila, nem sabia que tinha esses tais hormônios da saciedade?” Pois é, por isso eu vou conversar com o clínico geral, Dr. Adriano Vendat. Tudo bem você? Seja muito bem-vindo, viu? Fica à vontade. Tá voltando aqui faz um tempinho já. Faz tempinho que você não vem? Alguém tava grávida na época, só pr ter uma ideia. Não, devia ser a Regiane, eu acho, né? Ou a Pâelaava. A Pâ ela tava grávida, né? Então tem um tempinho já. Tem um tempinho. Que bom que você voltou, porque então existem hormônios e que fazem a gente ficar mais saciados. Como é que funciona? Quais são esses hormônios? Conte-me tudo, doutor. Então a questão é assim, já é uma coisa que a gente estuda para caramba, mas nunca se falou tanto sobre isso como agora que tá tendo esse bum, essa revolução das canetas emagrecedoras. É isso é muito comum na medicina. Às vezes você descobre um medicamento que trabalha para uma linha, para uma coisa, daí você pensa: “Tá, mas o que mais que faz o que esse remédio faz? Ou melhor, será que tem alguma coisa natural que faz o que esse remédio faz?” Por exemplo, quando começou a aparecer alguns antidepressivos, tudo mais, a gente, mas será que tem alguma coisa que também tem esse efeito? E a gente começou a descobrir, por exemplo, que a atividade física também diminuia efeito de depressão, de ansiedade e tudo mais. Então, descobrindo às vezes assim algumas vias químicas, a gente começa a perceber, olhar melhor para algumas substâncias que a gente não tava prestando atenção. Então, hormônio de saciedade tinha um monte. A gente fala de grelina, leptina, eh, peptídio Y, que tem a ver com a mastigação, só que agora o que tá na moda, o que está se falando mais é a questão do GLP1, que é um nome que assim assusta, fala GLP1, né? GLP1, então seria o peptídio, tá? Gastrointestinal lá um porque tem um monte. Ah, então ele acontece no intestino. É, e esse é o ponto fundamental. O GLP1 ele é um hormônio, só que não é uma glândula que produz ele, é um intestino inteiro. Ah, e daí quais são as funções dele? As três funções básicas desse hormônio natural. Quando a comida chega no intestino, ele começa a produzido pelo intestino todo para avisar pro corpo que, ó, chegou comida, vamos dar uma demor uma lentificada na coisa, que agora eu preciso de um tempo para começar a absorver esses nutrientes. Então, a primeira coisa que ele faz é lentificar. a digestão. Então, toda vez que começa pro GLP1, começa a dar aquela lentificada, tal, para dizer: “Tô com medo”. Segunda coisa que ele faz é através de alguns nervos do próprio intestino avisar pro cérebro que você tá comido. É ele que diz: “Ó, chegou comida no intestino, dá uma parada aí, diminui a questão da fome, porque se chegar mais coisas não vou ter como fazer tudo.” E a terceira coisa, tá começando a entrar, tá saindo do intestino, tá entrando coisa agora no sangue, gordura, açúcar, tá na hora do pâncreas produzir insulina. Então o que ele faz também é aumentar a produção da insulina ou deixar ela mais inteligente. O GLP1 ele gruda na insulina e trabalha. Por isso que esses análogos de LP1, tanto a semaglutida que é o pico igos outros emagrecedor ou a liraglutida que é o antigo do Victosa ou mesmo agora partida, elas foram criadas como medicamento de diabetes porque tinha esse efeito de aumentar a produção da insulina. Só que daí começaram a perceber que quando a pessoa tomava pro diabetes, ela emagrecia. Daí que começaram a perceber, ah, então ele tem esse efeito. Então, na verdade, essas injeções emagrecedoras vão ativar esse GLP1, esse hormônio. Então, na verdade não. O que acontece são versões sintéticas dele. Então, pegaram o hormônio e fizeram a versão sintética, começaram a perceber que quem tem obesidade, quem que sofre obesidade, porque é uma doença crônica com diversos fatores, geralmente não produz alipum da maneira normal. Teve aquele aquele estudo estudo científico foi feito com aquele pessoal daquele seriado americano, Biggest Losers, que a pessoa ganhava dinheiro para quanto mais ela emagrecia. Até tem um um documentário bem legal agora na Netflix que fala disso, né? Acompanharam esse pessoal 5 anos depois que essas pessoas emagreceram, mais de 50, 60 kg, elas não produziam GLP1 e outros hormônios como uma pessoa normal. Ou seja, ela come, come, come, mas o não é avisado o cérebro para ela parar de comer. Olha, já estou saciada. Os que se mantiveram magros estão lutando com a fome diariamente. Por quê? Porque é uma defesa do organismo. O nosso corpo não foi feito para emagrecer. Emagrecer é uma coisa que a gente quer. Ele foi feito para sobreviver. Sim. E na natureza, nas homem das cavernas, gordura é vantagem. A pancetinha é a geladeira da natureza. Por isso que a gente acumula gordura, que seria pra questão de sobrevivência. Se um dia faltar em mente, não, você não tem, você não tem sua a refeição no dia seguinte garantida, então você tem que comer hoje para guardar para amanhã. Então a questão é essa, quando você engorda, você diminui a produção. Então de novo, o GLP é uma versão sintética. Diferença básica, as canetinhas, a o GLP1 deles dura uma semana e o nosso natural duas a 3 horas. Então, a questão principal quando a gente quer tentar aumentar o nosso rep natural é o que que eu posso fazer para aumentar ele na hora que eu quero, na hora que eu tô comendo ou na hora que eu tô sentindo fome. E é possível fazer isso naturalmente sem ter que usar canetinha, não. Na verdade, esse é o ponto. Sempre foi, é que a nossa rotina, a vida que a gente leva começou a cortar isso. começou a ter cada vez mais eh uma um hábito tanto de alimentação quanto de vida como um todo, que faz que tudo aquilo que foi selecionado lá no passado desapareça. Homem das cavernas, mais uma vez, vamos dizer assim, nossos antepassados, est falando de dieta da floresta, eles não tinham tipo muita coisa que a gente tem hoje em dia de em questão de de textura e tudo mais de alimento, não era coisa fácil, era carne, não era muito. Então isso é o ponto. Isso é o que o pessoal da dieta da floresta fala. Não. Se você for ver a dieta dos índios de hoje em dia, de várias tribos, muita semente, muita raiz, muito tubérculo, animais eram mais pequenos, só 20% era carne. E quando tinha era carne dura, porque não era carne maturada. Então mastigação era muito importante, o tempo de refeição também, pegava comida a hora de comer, aquela coisa de juntar todo mundo, tal. Então tem vários mecanismos que eram lá atrás para produzir LP1 que a gente perdeu. A gente parou de fazer porque a gente come de pé, correndo, olhando pro celular em 5 minutos. E aí que que acontece? Não, não dá tempo. Não dá tempo ou não produz? Ou não produz. É, mas dá para reverter isso e falar: “Bom, sabendo agora que eu tenho que é possível, né, o meu intestino produzir esse hormônio da saciedade, como é que eu faço para ativar ele?” Então, daí esse é o ponto, é você começar a olhar o que que são os mecanismos de produção dele. Primeiro lugar é você começar a olhar basicamente, será que tem algum povo, alguma, alguma população, alguma região que aprendeu como fazer isso, já fazia isso, que foram pesquisar. Foram daí que eles foram perceber que algumas populações que são naturalmente magras, elas não são naturalmente magras, elas são culturalmente magras. Elas aprenderam hábitos e técnicas que fazem isso. E talvez assim, o que a gente tem mais hoje são os orientais e principalmente os japoneses. No Japão, a obesidade é só 3,4% da população e os critérios de obesidades são mais rigorosos que os nossos. No Brasil a gente tá chegando a 40% de obesidade, obrigado sobrepeso. O Japão é o país rico que menos prescreveu canetas emagrecedoras do mundo. Lá não colou porque eles não precisam. E aí existe algum algum lugar específico ali? Chegaram a estudar o que esse povo faz para para manter ali, né, o corpo mais saudável, mais magro também. Tô tô fazendo merch de graça. Outro outro seriado do Netflix que é legal que é o vivo até 100 anos, fala sobre as blue zones. São as regiões do mundo onde tem mais centenárias, pessoas vem mais algumas. É bem interessante. Maravilhoso. E daí eles falam da região de Okinaua. Oknaua. E lá eles têm muitos hábitos culturais que são bem assim, tipo rígidos, tal, mas que assim faz parte do dia a dia. E eu fui criado em Susano e a a as minhas duas vizinhas, as famílias vizinhas eram famílias de Okinaua. Então, lá quando eu tinha 5 6 anos, eu tava gordíssimo. Tava pesando na época eu tava com a 7, 8 anos, mais de 50 kg. Olha só, minha mãe dava tudo que eu queria comer, chocolate, sei o que, tal. Daí eu ia na casa da minha vizinha japonesa, tinha a minha Batã, avó japonesa, né? Ela me falou assim: “Hã, Harashibu”. Eu ficava assim, né? Ela tá brigando comigo. Foi daí depois de médico formado que eu fui descobrir o que significava essa palavra. Hara, harabu rashibu, que é um hábito deua, que quer dizer encha oito de 10. Então eles têm essa coisa de respeitar a comida e de respeitar o seu corpo. Pra cultura japonesa a questão de você comer à vontade, comer o quanto quiser, é visto como uma falha de caráter, não só porque não vai sobrar comida pros outros, olha só, como uma questão de indulgência. Você é aquela pessoa que não come respeitando o teu corpo, você come como se fosse álcool, você bebe o quanto você quiser. Não, você tem que ter uma moderação. Então, o respeito à comida, a veneração, essa questão de ser olha um momento sagrado para nutrir o seu corpo com aquilo que ele precisa ou coisa que vale, principalmente comer o suficiente, é é incrustrado na natureza da Jokinaua. Então essa coisa, quando você acha que você já tá ficando sem fome, é hora de parar de comer. Isso que é o enche oito de 10. Você não tem que comer até entupir. Você tem que parar antes de estar entupido. Isso tem a ver com o tempo que demora para para esse hormônio avisar o nosso cérebro que nós estamos saciados. É isso. Esse é o ponto. Eles não sabiam disso quando criaram esses hábitos. Foi intuitivo, muito intuitivo. Mas a questão de eles comerem devagar, comer com essa veneração, trouxe o fato de que hoje a gente sabe que demora mais ou menos 20 minutos pra comida sair do intestino, quer diômago, chegar no intestino e começar a fazer isso. Então a questão principal aí é sabendo disso, ah, então quer dizer que a mastigação tá envolvida nisso, fala do peptídio Y, mas a mastigação também tem a questão que a gente fala cefálico intestinal, estímulos do da boca que levam pro intestino já começa a produção de LP1. Então, engolir a comida você produz menos, mastigar mais produz mais, comer devagar, dá tempo pra comida sair do estômago chegar no intestino para poder começar a dar esses sinais. Porque o grande problema é que muitas vezes a gente come para tirar a nossa fome mental. A gente tá acostumado a comer. A gente nem sabe porque tá comendo. E também tem a questão do prazer, né? Porque hoje em dia a gente come por prazer também, né? Olha, tem hábitos positivos de alimentação consciente que tem algumas que você já citou, mas se você quiser explorar um pouquinho mais. Eu quis trazer aqui para quem tá assistindo é cinco dicas práticas daquilo que a pessoa pode fazer em casa hoje amanhã mesmo, para começar o metal GLP1. Primeira coisa. Ah, vai demorar o quê? Isso aqui não entra mais na hora de comer sem tela, sem coisa para vocês, né? Porque vocês não é porque eu tô na TV, não, tá? A televisão é até um pouco melhor que a questão do celular, tá? Então você comer, tá vendo uma coisa, ok, mas se você quer aumentar o GLP1, é o celular o vilão sem tela. Concentra. Eu até falo, você quer colocar um fone de ouvido, colocar uma música leve ou aqueles fones que diminuem ruído, beleza, foca na comida, foca no teu prato. Tá certo que você tá tá comendo aquilo que você não queria, você tá comendo o que tem hoje. Você come intenção, né? É, você come o que tem hoje, mas vivo o momento. O japonês tem muito isso também. Se aquilo tá no teu prato, o que você tá comendo hoje, reverencia aquilo, agradeça por aquilo e presta atenção. Aproveita aquilo, tá bom? Pode ser uma comida, mas aproveita. Então, acabou com a tela. Segunda coisa, a questão de hidratação aqui, o que que é parar de tomar água ou prente bebidas gasificadas durante a a refeição, porque aquilo estufa o teu estômago. Eu eu fazia isso. Eu eu sempre me orgulhei de ter sido expulso de três rodízios quando adolescente, porque tava fechando e eu tava comendo demais. Sério? Então o que eu fazia? Eu tomava Coca-Cola, refrigerante para estufar o estômago, eu arrotava, murchava o estômago, dava fome de novo, eu comia de novo. Você comia mais. Coisa de de de obeso mesmo, tá? A questão principal é então o gás eficado faz você comer mais do que você queria e você pode sentir fome depois. Quando o estômago estômago murcha, dá fome de novo. Daí outro hormônio é a grelina, que esse hormônio aumenta o apetite. Então nada de líquido durante a refeição. Se for tomar água, que que eu falo pr os meus pacientes? Beba antes, 10 minutinhos antes, toma um copo d’água. Aquilo já abre o estômago, já pode começar a produção do GLP1, mas toma antes. E quanto tempo depois? Porque tem gente que termina de comer, fala: “Bom, durante eu não eu não não tomei nada”. Mas terminou ali a última garfada, pum, já depois tudo bem, até porque, de novo, se você demorar o tempo necessário, você não comer em 2 minutos, não vai atrapalhar, tá? E daí vem, já vai falando depois dessa questão do tempo, mas se você der o tempo necessário depois você pode tomar. E antes uma boa, durante não. Pausa para gratidão, respiração. Isso aqui é muito legal. Fizeram um estudo único vendo populações que tinham o hábito de orar antes de comer e não. Quem orava antes de comer comia menos. Por quê? Por tem explicação, tem científica. Porque você tá tirando o tono simpático. Você tá naquela coisa, não vou querer fazer mecha, mas restaurantes fast food, cores vermelhas, cadeiras duras, é para você sentar, comer rápido embora. São mensagens, às vezes até subliminares ali que faz você comer mais rápido. Fazem diferença. E entra aqui nesse foco aqui também. Você pausa 2 minutos para respirar, agradecer pela comida. Se você não tem religião, só respirar e agradecer pela comida. Isso tira essa coisa da adrenalina, o tôus simpático, instintivo, racional e coloca o tôus parassimpático, reflexivo, racional. Faz você comer com a mente mais calma, tira a coisa da fome emocional. Que incrível. Só de você rezar ou de você agradecer. E mais uma vez, signos, rituais. Você tá agradecendo pela comida, você enxerga ela de outra maneira, você aproveita ela de outra maneira, às vezes menos te sacia mais. Fantástico. E você prepara até sua mente, ela entende, falei: “Bom, este é o momento de me alimentar, né? Aí você perdeu essa coisa vi amigo meu que tá comendo reclamando da comida. Ah, essa desgraça, tal, a gente perdeu essa coisa. Minha mãe não, nossa vai reclamar da comida enquanto come. Comida é sagrada jog, né? Sim, a gente tem que aproveitar isso, tal. Então daí tá a parte de mastigação de novo é aquilo, a mastigação faz diferença. Então mastigar aumenta GLP1. Você tá comendo mingal, sopa, tá tudo bem. Mas o ideal é você ter uma comida que tenha texturas diferentes, consistências diferentes para que você leve mais tempo mastigando. O ideal, o ideal é você comer, po, pode voltar pro anterior mesmo, depois eu volto aqui. O ideal é você comer pelo menos demorar 10 minutos ou no máximo 20 minutos por refeição, no máximo, mas 5 minutos é muito pouco. Então, alternar o lado da mastigação, este coisa. Segundo lugar, cuidado com os pratos grandes. Fest e eh por agora pode ir para aquela outra imagem que aquele por quilo, né? O por quilo é doido disso. Ele bota um prato que cabe 2 kil. Eu eu tive um vídeo meu que ele viralizou, teve mais de 3 milhões de visualizações, que falava exatamente disso. Os pratos da minha infância, porque você tem idade para ser minha filha? Os pratos da minha infância tem, você não sabe com que idade eu perdi a virgindade. Os pratos da minha infância eram desse tamanho, aquele pirex, quem conhece sabe, aquele branquinho com aqueles amarelinho em volta, cabia no máximo 1 kg. 1 kg e pouco de comida. Os pratos hoje em dia cabem mais de dois. É claro, porque ele coloca o prato grandão para você ter comer mais. Só que em casa a gente começou a fazer isso, queria comprar prato gourmet, aqueles pratos fundos, cabe muita comida. E você olhar pro prato e ver o prato vazio, te dá a impressão que você tá comendo menos. Fizeram essa pesquisa também. A mesma quantidade de comida em pratos diferentes. Quem comeu em prato menor teve a sensação que tava comendo mais. Então, troca o seu prato por um prato menor. Já passa uma ideia pro seu cérebro tá comendo menos, troca o talher, dá mastigadas garfadas menores, mastiga, vai alternando os lados. Tudo isso já vai fazendo você aumentar o tempo de comida 10 minutos, invés de duas, três e também aumenta a produção de LP1. Perfeito. Tem mais uma tela pra gente ver? Tem. E daí voltando para aquela lá que ainda fala de uma coisa, é a questão da sequência dos alimentos e da questão da textura. Começa por aquilo que é importante, deixa por último aquilo que engorda. Não é que carboidrato engorda, mas é que às vezes é aquilo que a gente coloca muito na no prato. Então você começando por salada, verdura, folha crua, aumenta a mastigação, já aumenta a saciedade, fibra, GL LP1. Depois você pode vir com as verduras, vegetais e a tal e a proteína. E por último os carboidratos. O ideal não quer dizer carboidrato é um vilão, mas se você começar pelo carboidrato, às vezes não sobra nem espaço pra verdura, você comeu menos aquilo que você precisa. E principalmente quando você tá com muita fome, né? É. E muito, principalmente quando tá com muita pressa. E muita pressa e muita fome, que aí você já vai no carboidrato. E eu acho que o prato do brasileiro, ele é assim, normalmente é a marmita que a gente compra, né? É, a quantidade de carboidrato de arroz, de feijão ali, uma batata, é muito maior eh em relação à proteína, por exemplo, ou a legumes de salada, legumes, a verdura, sementes, tudo aquilo que faz bem, geralmente o pessoal coloca pouco, até porque para você comprar de granel é mais caro, mas pra gente no dia a dia não. Entendi. Então a ideia é começa na salada, vegetais e por último proteína aqui. Então e depois por último os carboidratos, que seria o arroz. arroz, batata, batata e tudo mais. É, é essas dicas que você vai dar agora tem a ver então com essa cultura de Oknaua também com ra rara rashibu. Rara rashibu. Obrigado. Rajibu é assim que eu vi. Tem que falar assim, né? Tem tem a ver. A questão principal aqui é o seguinte, olha só. Até agora a gente não falou de composição do prato. Basicamente a gente falou tudo bem, textura, tal, mas tá percebendo que eu tô falando de mais de como comer do que comer. Isso é importante por quê? Porque as pessoas pensam que é assim: “Ah, o japonês é saudável porque come só vegetal e legume.” É, mas não é só isso. A maneira com que você come faz diferença. Então agora, já que a gente vai falar da composição do prato, da ideia realmente do que você pode colocar para comer mais saudável, eles têm lá um memônico que é o mago yashi. Magoyasiashi. Eu também não consegue decorar. Mas a questão principal, gente, se você olhar para isso aqui é basicamente o que nós brasileiros comemos. Se for, tá bom? Uma coisa que é um pouco mais diferente a alga. É mesmo assim a gente consegue encontrar qualqu qual ququado tal e tem a gente já coloca no dia a dia, mas o fato é que querendo ou não, eles misturaram aqui aquela ideia de enquanto brasileiro coloca só dois ou três elementos desse no prato, eles querem que todos esses elementos estejam em cada prato que eles comem. Aquela ideia de enriquecer vitaminas, minerais, não só isso, texturas, crocâncias para tornar o prato mais rico e mais gostoso na hora de comer e mais agradável. E de uma forma ou de outra, isso acontece o quê, né? Onde é que tá o polivitamínico seu? Tá aqui, não é não é cápsula, é uma panela boa que não tira os nutrientes e você colocar coisas boas. Então o que que eles tentam colocar em todos os pratos? O mar é as leguminosas. Aqui no Brasil feijão. Lá eles comem muito soja. Tem uma coisa que eu adoro que eles comem que o brasileiro acha meio nojento, que é o Natô, que é uma soja fermentada. Adora. Ela é babentinha, mas eles comem muito lá. É uma delícia. Mas assim, o pessoal assusta. Mas feijão, feijão, lentilha, grão de bico, tem uma leguminosa no prato. Já bateu isso aqui. Go. Fala muito de semente. Aqui no Brasil você acha muito semente de liim, mas se colocar castanha, a gente coloca na salada, né? Aquela coisinha lá do do da das castanhas, cheirinha de castanha e tudo mais, para dar uma crocância, aumentar o tempo de mastigação. Muita vitamina, selênio, magnésio, coisas maravilhosas que estão aqui, semente de abóbora também, tudo. Eu adoro. Aqui entra gergil também. O gergilim pode entrar aqui em algumas sementes. Eles usam muito para dar propia. O a que que a alga é porque tem um detalhe, eles têm uma regra que todo prato deles tem que ter o mami. O mami é aquele famoso quinto sabor que não é amargo, não sei o quê. E todo prato deles ou vai a alga ou vai o cogomelo que a gente vai falar que tem muito desse umame. Tem estudo mostrando que o mami, se você tem no prato, ele reduz seu consumo de sódio, de sal e gordura em até 20%. Mas é o mame natural. O mame natural. Então tudo bem, não vai? Você pode colocar lá o MSG, né? Mulado de sódio, mas o ideal é o mame natural. Que que é MSG? É monoblutamato de sódio, famoso ago, famoso ag para não fazer para não fazer um merchinha de graça. Já fiz, mas a questão principal é essa, a alga como crocância, você tem aquele negócio que chama de furicque, que vai o gergilim, que vai a alga que você coloca no arroz, já matou essas duas coisas, mas você pode utilizar também, né? Agora vem o I, a questão dos legumes, eles tm muito essa coisa de muita cor, muita vibrância, de novo, muita textura para você tá colocando no prato. Sempre tem que ter o prato que vai ter aqui as suas verduras e tudo mais. Ajuda muito. Daí vem a questão da proteína. Muito prato japonês einauano não tem proteína animal, é só vegetal. Então aqui a gente já tá tendo muita proteína em outras coisas, mas quando eles colocam qual a principal? O peixe. O peixe é verdade. Então assim, gente, carne vermelha é gostoso. O que que o MS recomenda? 230 a 300 a 250 e eh e 250 g por semana. Quer dizer, comer carne vermelha duas vezes na semana, esse é o ideal. Mais que isso é problema. O peixe é fantástico, gente. Coloca o peixe na vida de vocês, vocês não vão ter problema para nada. qualquer tipo de peixe sempre aqui. Tá a sardinha maravilhosa. Sardinha pode ser qualquer um. Qualquer um. Cogumelo também de novo pela questão do mami. Não precisa tá no prato especialmente, mas eles fazem muito caldos. Eles fazem muitos caldos que eles usam para temperar os outros alimentos e eles usam o cogomelo para isso. Lógico que é muito comum, muito mais comum do que eles lá, mas também pode começar a colocar isso. A ideia de trazer esse umame pro prato e pode ser qualquer tipo de cogumelo também. Sim, tem o que chama de dashi, que que é que esses caldos feitos de vários cogumelos. Tem várias receitas no meu site, tem algumas que mostram como usar isso aqui para você poder temperar e trazer isso pro arroz e para outros lugares. Só voltando aqui um pouquinho, o serve enlatado também, que que você acha? Então, a sardinha lata, ela é fantástica. É mesmo? Opa. Não só o atum também. O atum também, mas a sardinha ela tem até mais cálcio por causa que ela tem espinha. Falam que se tem uma coisa que é amiga da mulher menopausada é a sardim lata. Então é legal comer a a com a espinha e tudo por causa do cálcio. Porque a espinha do do enlatado ela é molinha, né? Dá pr mostar. Uma latinha de de sardinha não só tem proteína o suficiente para mulher, porque precisa de muito mais proteína mulher, como o cálcio que ela precisa mais ainda. Pr você ter uma ideia. Cal. Adorei. A questão do cogumelo é gostoso tá colocando. Às vezes o Brasil não vai colocar todo dia, mas ok. E aqui a questão do i, o outro i que são os tubérculos. A ideia, gente, tudo bem, o arroz é legal, bacana, varia. Aqui a gente tem tanta coisa, inhame, cará, a própria mandioca, a questão tubérculo, não só de novo, texturas diferentes, sabores diferentes, você começa a deixar seu prato cada vez mais rico, não ficar só no arroz com feijão. Dá para variar o cardápio, né? Eu eu tenho isso assim, acho que também é uma questão familiar, assim, eu fui ensinada também a me alimentar assim, falou assim: “Por que que você vai comer arroz?” Porque me disseram que o arroz não tem tantos nutrientes assim, não sei se eu tô certa. Eh, e aí eu posso comer de repente uma mandioca, alguma coisa que veio ali, né? Eh, mais rico em nutriente da Não só isso. E também a questão de saciedade. O arroz não é ruim, mas a batata inglesa, você tem as mesmas calorias com o dobro do volume. Então, você come 100 g de arroz, você podia estar comendo 200 g de batata inglesa. Entendi. Então, você tá no emagrecimento, você precisa comer e preencher tua barriga, às vezes a batata, o inhame, o cará te preenche e sacia muito mais. E aí quer dizer que se eu fizer essa essa regra, vamos dizer do Haribu, rara rashibu, eu vou ter que decorar isso não. Rara rashibu, se eu se eu fizer essa técnica, eu vou conseguir produzir mais o GLP1, que é esse hormônio produzido no meu intestino, e logo eu vou ter mais saciedade. Isso. Respeitando como o nosso corpo foi selecionado ao longo de séculos, milênios, respeitando como era realmente o que realmente existe de saudável nisso, nada essa coisa de de dieta da selva, pelo amor de Deus. E você tendo uma variabilidade de de alimentos que trazem para você várias coisas que é bom pra sua saúde e também fazem você começar a ter aquela comida do dia a dia de maneira muito mais gostosa e diferente, você começa a produzir naturalmente aquele hormônio que lá atrás a gente produzia e a nossa vida moderna fez a gente parar e ter que até que tomar ele de forma artificial. É. E e cuidar também da questão emocional, porque eu acho que e o exagero no alimento também tá muito ligado à questão emocional. Enfim, eu acho que sim, tem tem que cuidar também, né, doutor? Já tive paciente que entrou em depressão porque porque eu tirei isso dela. Você começou a fazer o processo de emagrecimento, tal, porque era o único pilar da vida dela, daquela de coisa. Então o que eu posso falar, gente, é isso. Se for guardar algumas coisas de tudo que a gente conversou, é a questão da tela é fundamental para ora, respira um segundo, agradece e daí ao longo do tempo você começa a ir colocando esses elementos, já vai fazer diferença e vai devagarinho. Às vezes não é assim, ah, agora minha vida mudou, vou, às vezes você não consegue e manter isso. Se você muda radicalmente de uma hora para outra, né? Vai devagar, vai passo a passo, aí você consegue colocar no seu dia a dia, não é isso? leva o seu tempo para comer que você vai naturalmente começar a aprender o que que é fome orgânica e o que que é fome mental e emocional. E se você quer saber mais, vai no Instagram @dr. Derrame. É isso, isso por causa do nome. Adriano Vindmiate Cardoso. Então ficou com a sigla AVC. Daí meu apelido de faculdade era Dr. Derrame. Ficou? Não acredito. Olha que história maravilhosa. @dr. Lá no Instagram para você conhecer ainda mais o trabalho. Olha. Muito obrigada. Não demore mais para voltar. [Música]

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