Como Emagrecer com Comida de Verdade com Natália Longo no Car Podcast

Olá, pessoal. Hoje o Car Podcast está em Londres de novo. A minha entrevistada de hoje, ela trabalha na área de coach em nutrição e ela é engenheira de alimentos. Ela já pesou 120 kg e hoje ela é elegante e vai contar para vocês como que ela fez isso, como pode te ajudar também a emagrecer comendo comida de verdade. Nossa entrevistada de hoje é a Natália Longo. E antes de mais nada, se inscrevam no Car Podcast no YouTube, curtam e compartilhem. por gentileza. E vamos lá, Natália. Vamos lá. Obrigada, Ângela, pelo convite. Tô muito feliz de estar aqui com você. Obrigada a você por ter vindo. Uma maravilha. Vamos tracear aqui conversar. Conta um pouquinho da história dela. Ela mora aqui em Londres há alguns anos. E a e a profissão dela e o que ela trabalha hoje. Vamos lá. Eu estou aqui em Londres, já completaram 5 anos. Vim parar aqui por um acaso. Nada por acaso, né? Mas eh já tudo tem um propósito na vida e sim, buscando, entrando no assunto do emagrecimento e da comida de verdade, eu cheguei a pesar 120 kg e a minha vida foi transformada com a comida de verdade. Minha história começa desde criança, né, Ângela? como a gente conversou um pouquinho antes, deu uma palinha só aqui da história pra Angela, mas eh eu já depois você tem que contar também o que que é comida de verdade, porque tem muita gente se perguntando. Sim, sim. Eu já nasci gordinha, fui criada no leite ninho, né, o leite da latinha amarela lá e sempre quis ser magra, né? Eu sempre fui, eu me comparava muito com as minhas amigas, com as minhas primas e com o passar dos anos foi chegando a adolescência e aquela época que você quer sair, quer comprar roupa e a a questão de não achar a roupa que eu gostava me deixava mal, mas eu nunca externava que aquilo me incomodava. Eu sempre me colocava na posição, não, eu gosto de de ser assim, eu sou assim porque eu quero, quem quiser gostar de mim vai ter que gostar de mim. Mas aquilo era uma defesa, era uma maneira de me defender. Até que com o passar dos anos eu fui buscando, buscando. Aliás, é interessante eu falar, Ângela, que a minha primeira consulta com endocrinologista eu tinha 7 anos de idade. Acho que isso eu não falei bem novinha. Não, você não disse. Bem novinha mesmo, né? Eu falo é que eu fecho os olhos assim eu consigo lembrar da estampa do sofá da sala de espera do médico, acredita? Nossa, foi um uma coisa que marcou muito a minha vida. E você ainda continua? Você era você era gordinha, então considerada gordinha com 7 anos de idade. Sim, eu tava gordinha, né? Meus pais perceberam que tinha, não era, não era um, um gordinho exagerado, eu era gordinha, mas via-se uma diferença entre a maioria das das meninas e eu. E aí minha mãe marcou uma consulta e eu fui ser atendida com o médico. E aí começou todo aquele processo, né? passa, vai para nutricionista, ai vamos colocar ela para fazer natação, algum exercício físico, alguma atividade física, só que durava poucos dias e tudo se acabava. Às vezes começava na segunda-feira de manhã, quando chegava à noite eu tava comendo pizza. Então não não durava não durava porque para mim e até hoje para mim o que mais uma das coisas que mais me incomoda na vida é passar fome. Eu não consigo ficar não consigo passar fome. Só que essa busca foi continuando, né? Eu via que aquilo lá não dava certo, desistia por um período e chegava um outro momento, eu eu tentava uma outra maneira, n tipos de dieta, até que já vou entrar na quando eu encontrei a comida de verdade, que é o que mais important, porque todo mundo fica perguntando o que que é comida de verdade para ela, é o que que mudou realmente a minha vida. Foi lá em por volta de 2012, quando eu me deparei com um livro chamado Por que engordamos do Gary Tubes. Eu até recomendo para para todo mundo que que busca um entendimento em relação a Tem em português o livro que mor Estados Unidos. Então tem português e tem em inglês esse esse livro. E ele mostrou de uma forma muito didática o Gary Tubes. Ele é um jornalista, ele é um jornalista que ele buscava eh informações médicas, né, informações de saúde e passava para as pessoas de uma forma mais acessível. E aquele livro mudou a minha vida. Então o que que o que ele mais enfatizava era o consumo da comida de verdade em si. ele falava sobre como a a as a populações de diferentes lugares do mundo se se alimentavam e fazia comparativos, enfim. E isso realmente transformou. E foi através dele que eu busquei, é me alimentar com a comida de verdade, porque a comida de verdade, Ângela, de de maneira geral, ela é baixa em carboidratos, que é o o que eu que eu o estilo de vida que eu levo a maior parte do tempo é o estilo lowcárbo, o estilo cetogênico. E e esse livro me ensinou a isso, a comida de verdade é aquela comida, agora vamos dizer o que que é a comida de verdade. Tô curiosa para saber. A comida de verdade é aquela que os seus avós comiam, seus pais comiam. Talvez os seus pais hoje já já estejam um pouco mais eh industrializados, né? Mas o que seus avós comiam, seus bisavós, né? Carne, peixe, ovos, frango, legumes, verduras, frutas, castanhas, azeite. Isso é comida de verdade. Comida não industrializada, né? Comida não industrializada, comida não processada. É muito fácil de de você saber se é industrializado ou não. Por exemplo, se você pensar, eu consigo fazer em casa esse alimento. Se você conseguir, é porque é comida de verdade. Se você não conseguir reproduzir em casa, é porque é um um alimento industrializado que não é bom. Bom, mas aí você vai falar assim: “Nossa, então eu não posso comprar mais nada no mercado”. Não é bem assim. É interessante, por exemplo, já me perguntaram assim: “Mas azeite, azeite é comida de verdade?” Falei assim: “É comida de verdade, mas eu não consigo fazer em casa”. Teoricamente até consegue. Se você pegar as as azeitonas e espremer ela bem forte, vai sair o azeite. Mas por uma questão de praticidade, a gente compra no mercado e tá tudo bem. A mesma Porque é saudável do mesmo jeito. Isso. É saudável do mesmo jeito. Por exemplo, queijo é comida de verdade? É comida de verdade. Ah, mas eu compro no mercado. Compra no mercado porque a gente não tem acesso hoje em dia a um leite cru para chegar até nossa casa e a gente fazer um queijo. Mas é um queijo. Mas todo tipo de queijo é comida de verdade. É comida de verdade, mas depende do tipo de objetivo que você tem. Os queijos mais amarelos, que são os queijos mais gordos, por exemplo, quem busca emagrecimento a baseado numa alimentação com baixo carboidrato, recomenda-se o consumo dos queijos mais amarelos, que são os queijos mais maturados. Por quê? Porque eles têm menos lactose. Lactose é o açúcar do leite, entende? Quando o queijo é maturado, o processo de maturação faz com que, sabe, os os bichinhos que são que são utilizados para formação do queijo, eles consomem essa lactose, então ele acaba tendo menos carboidratos, entende? Entendi. Isso é o o conceito geral da comida de verdade é essa daí. E qual a importância da comida de verdade? A comida de verdade é a base de tudo, né? A comida de verdade é o que realmente te traz uma nutrição, é uma nutrição densa em em em nutrientes, né? uma comida, uma alimentação densa em nutrientes. Quando você come comida de verdade, um lema que eu tenho, que eu carrego comigo, é coma com fome, comida de verdade até a saciedade. Mas uma das das primeiras coisas que as pessoas alegam quando chegam até mim, que que buscam o meu acompanhamento, é: “Ah, mas se eu comer toda hora que eu tenho fome, Natália, eu vou comer o dia inteiro.” Por que isso? Porque você tá comendo comida que não é rica em em nutrientes. Se você comer uma refeição rica em proteínas, em gorduras boas, em os vegetais, né, que tem os os micronutrientes, você vai se sentir saciado por mais tempo. Então você passa a comer menos vezes. Agora, quando você come, vamos dar um exemplo de um pão, um macarrão, você já percebeu, Angela, que é que você não come carne, né? Mas não, eu sou vegetariana. É, mas é, por exemplo, para quem come, você que tá assistindo aí, um almoço de domingo, quando você come um prato de macarronada ou e quando você tem um outro tipo de almoço que é um churrasco, quando você sente fome mais rápido? quando você come o macarrão, porque o macarrão ele praticamente não tem e ele não é não é comida de verdade. É, ele não é ele não é denso nutricionalmente falando, diferente de uma de uma carne que ela tem as proteínas, que elas têm as gorduras, que as gorduras elas trazem saciedade pro corpo da gente. Só que quando a pessoa começa a a introduzir a comida de verdade e e praticar o comer quando tem fome, não se come a cada 3 horas, né? Porque a gente come, o nosso corpo ele é ele é perfeito, ele sabe o momento certo de comer e e de e de parar. Quando você come eh o o o alimento que te que te que te traz saciedade, você fica mais tempo. E quando a pessoa começa a mudar esse estilo, ela pode até comer várias vezes no começo, mas depois de um tempo ela vai perceber que a saciedade vai se perdurando, perdurando e ela acaba comendo menos, menos vezes. E isso é que traz a, vamos dizer assim, a redução do consumo calórico. Não é de forma intencional, contando calorias ali. É, é através do seu próprio corpo. Seu corpo se, se regula automaticamente. Ah, e você agora tá ajudando bastante pessoas, né, com o seu exemplo. Como que foi? Você disse que pesava 120 kg, né? Isso. E daí como que você, você disse que leu o livro também, mas como que você resolveu pensou assim: “Eu não quero mais ter esse corpo. Esse corpo não me pertence. A vida toda, né? Essa questão da da vida toda, eu, por mais que eu tenha escondido por muito tempo a vontade de emagrecer, é, das outras pessoas, eu sempre quis ser magra, sempre quis, sempre tive o desejo de de usar o Jeans 38. E eu sempre busquei e quando eu percebi que isso era quando eu atingi esse objetivo e eu percebi que eu poderia ajudar outras pessoas com isso, porque eh como eu te falei, vamos até entrar aqui um pouquinho na questão do do projeto Liberty, que é o comida de verdade. na época da pandemia, enquanto a gente ouvia muitas lives, né, a gente recebia muita informação e agora continua que não se perdeu, né, as informações através de YouTube. Eh, eu ouvi uma pessoa dizendo assim em alguma em uma alguma live, qual que é o seu propósito nesse mundo? E eu falei: “Poxa vida, né? A gente já tá nessa época e ainda escuto uma pergunta dessa, me fez pensar bastante. E eu fiquei pensando aí a a a pergunta seguinte foi: “A sua, o seu propósito está relacionado com a sua maior dor?” Aí eu falei: “Poxa vida, a minha maior dor é obesidade”. E naquele momento eu já estava vencendo, eu já tinha eh o bagagem suficiente para para dizer que assim eu tenho algo para transbordar na vida das pessoas. E aí também ouvi que a minha cicatriz era remédio para curar outras feridas. Aí tudo se juntou e foram se formando grupos. Eu formei grupos com de pessoas para trocar essas experiências, essas informações durante a pandemia. Sabe aquele momento enquanto todo mundo tava, todo mundo é muita gente, né? mas que a grande maioria das pessoas estavam em casa comendo para de certa forma que não tinha o que fazer, não tinha o que fazer ou então para porque tava todo mundo reunido e é uma forma de se de convivência de convivência, uma forma de celebração, uma forma de as pessoas comem quando elas estão juntas. Essa é a realidade. Nesse momento, os grupos estavam sendo formados e centenas, acredito que foram mais de 1000 pessoas no total dos grupos que que porque eles iam se formando, né? tinha um período de mais ou menos três, 4 meses cada grupo e teve momentos em que tinha quatro, cinco grupos em andamento ao mesmo tempo, porque um daí você formou os grupos, isso um ia passando pro outro, ia passando pro outro e eu não conseguia dizer não, ai deixa eu entrar, deixa eu entrar, entra ou então olha, vamos ficar na espera porque precisa de de eh tem fases, né? O projeto Libertas. Então eu não poderia colocar uma pessoa no meio da fase três de um grupo que já tinha começado. Então foram se criando, criando e e depois de um certo momento eu tentei fugir desse meu propósito. Falei assim: “Não, eu não não vou ficar mais fazendo isso. Já tá bom, já ajudei.” Só que o tempo todo eu recebia pessoas assim me procurando, olha, eu preciso da sua ajuda. Como que eu faço? Então, o propósito da vida da gente, Ângela, não adianta a gente fugir, ele vai atrás. Verdade. Ele te encontra, sabia? Ele te encontra onde quer que você esteja. E quando bateu na minha porta novamente, aí eu fui fazer a minha certificação, fiz a minha certificação nos Estados Unidos como coach. E agora eu estou num next num num momento, né? iniciei a minha a minha graduação em nutrição humana aqui agora no Reino Unido, aqui na Inglaterra. E tem tudo a ver, né? Tudo a ver com o que você já faz, pratica, tudo a ver. Cada vez mais para para poder fazer o meu trabalho, que é muito além de trabalho com excelência e maravilha, né? É. E o que e eu gosto de ter as pessoas perto, sabe? Quem quem quem me conhece, as meninas lá do grupo que espero que vocês estejam assistindo aqui, que eu já falei lá e podem deixar aqui no comentário para Angel, qual é o nome do grupo? É o Libertice, projeto Libertice, é o grupo Libertice mesmo. E tenho certeza que elas vão deixar comentários aqui, viu Angela, dizendo quem é que solta a mão aí. É quem? Ninguém solta a mão de ninguém aqui, não é verdade? Elas são maravilhosas. Tem uns meninos lá dentro também que que a gente compartilha fotos dos nossos pratos para trazer ideias, eh, dúvidas, olha, se os alimentos ali estão adequados, se aquilo ali faz parte da comida de verdade. Acaba todo mundo virando nutricionista quando é um do outro, né? Um do outro acaba que sendo assim o a cobrança, mas é uma cobrança boa, né? Aquela quando tem alguém te cobrando, no bom sentido, te ajuda, a pessoa a melhorar. Com certeza. Com certeza. Com certeza. E ali todo mundo já tá num num estágio bem avançado, as meninas já conseguem as alguns momentos em que eu não consigo estar tão presente o tempo todo ali, elas elas elas se autoajuda, digamos assim, viu? E os grupos são formados de pessoas do do mundo todo ou pessoas que são próximas da Sim. Esse esse esse grupo específico que eu tô dizendo, ele tá fechado. Ele é um grupo para quem entrou já lá desde a época da pandemia. Tem algumas pessoas aqui de Londres nesse grupo, mas a partir de agora, quando quando outras pessoas chegam, novos grupos são formados ou então são atendimentos individuais. mudou um pouquinho, mas aí mistura pessoas de qualquer lugar ou no grupo? Não, depende. Depende se foi feito um um vamos dizer assim, um acordo de que vai ser formado um grupo misto. Sim, mas sempre eh e por enquanto é tudo em português. Por enquanto é tudo em português. Por enquanto é tudo em português. Mas em breve vamos iniciar, é, vamos começar com a comunidade inglesa também. já tá nos projetos dos próximos dos próximos meses aí. Quem sabe quem sabe em 2026, né? 2026 já tá aí, já está aí. É verdade. Já está aí bem pertinho. E é muito bom emagrecer com saúde. Com saúde. Emagrecer com saúde. E na verdade e você não emagrece para ter saúde. Primeiro você tem saúde para emagrecer. Emagrecimento é uma consequência. vende brinde. É, eu tive COVID, né, na época do do lockdown, da pandemia, e nas primeiras duas semanas eu emagreci 13 kg. Daí eu fiquei no hospital, fiquei internada 31 dias nessa época e emagreci os 13 kg, né? Quando eu voltei para casa, eu me olhava no espelho, eu vi uma caveira no meu rosto e não, eu não tinha emagreci tanto porque eu estava acima do peso e eu vi uma caveira, eu comecei a comer tudo que vinha pela frente para engordar de novo, porque eu não me sentia bem, porque eu emagreci muito rápido. E não foi de uma forma saudável, né? Não foi, porque eu primeiro já eu estava doente, não tinha ar para respirar, não fiz regime, não conseguia comer porque não conseguia mesmo, estava não conseguia engolir, é, não conseguia engolir a comida. Meu filho cozinhava, eu fiquei quatro dias em casa, então o meu filho cozinhava para mim, ele levava comida no quarto, eu passei muito mal e eu não conseguia comer. Eu lembro um dia que eu peguei dois pedacinhos de tofu num garfo, coloquei na boca e foi muito difícil engolir. Eu só porque eu ficava com dó dele cozinhar e eu não comer. E eu engoli aqueles dois pedacinhos, eu não conseguia nem mastigar direito. É de tão ruim que eu estava, tão mal, né? Eu estava mal. E e agora eu vejo a importância da comida, né? Nossa, quando a gente fica bem, quando a gente tá com saúde, como é importante isso, isso que você falou tem tudo a ver. Primeiro a gente ter saúde, saúde para comer bem, porque se a gente tá doente, a gente não come bem. De qualquer maneira não dá para comer. Exatamente. E o que a gente coloca para dentro da gente determina, né, a o que o é, tem um ditado que diz: “Você é o que você come”. É, no caso, o meu corpo, no momento, a metade é chocolate. Eu tenho que admitir. É, mas nós já conversamos um pouquinho para dar uma melhoradinha na proteína, né, Angela? Pois é, tem verdade. Já já me deu umas aulinhas ali nos bastidores. É, vamos dar uma acompanhadinha aqui na na Ângela para dar uma animada. Eu vou falando depois. Depois eu vou contando. Isso. Isso. Eu vou cobrar, viu, gente? Eu cobro. Pode deixar que eu vou cobrar ela para porque a proteína ela é muito importante para nossa pra nossa vida, né? Ela é responsável por pela nossa paraa manutenção e construção de músculos, né? A pele, as unhas, cabelo, tudo isso é responsável. A a proteína, ela tem uma função muito importante no nosso corpo e principalmente pr para ter um envelhecimento mais saudável, a gente precisa manter os músculos ou ter essa eh eh desenvolver músculos pra gente ter liberdade ao envelhecer. Ah, o que que é liberdade ao envelhecer? Eu vou falar o português claro agora. Você não precisar ninguém trocar tua fralda quando você ficar velha. você ter autonomia para ir no banheiro sozinho, pr você levantar do vaso, para você abaixar e pegar e pegar uma panela embaixo da pia. Tem que pensar lá na frente, tomar banho sem dificuldades, porque tem gente que precisa até de ajuda para tomar um banho, né? Banho. Exatamente. E isso não vai acontecer. Não adianta você a hora que tiver lá com 60 anos falar assim: “Eu vou me cuidar agora”. Tem que começar o quanto antes e sempre é tempo. Lógico que se você tiver no 60, 70, sempre é tempo. Sempre é tempo de se cuidar, mas quanto antes melhor, né? Melhor. É, tem aqui aqui na Inglaterra tem uma companhia inclusive de seguros que é, acho que não vou falar o nome, mas tem uma companhia de seguros que eles não não aumentam o preço se a pessoa fizer exercício. Ele tem que provar, né? Tem o, eles dão uma uma maquininha, um relógio, que quantas quantas milhas a pessoa fez ou quantos acho que quantas calorias ela perdeu. E daí o seguro custa mais barato para impulsionar para impulsionar a pessoa a ficar saudável. E agora há poucos dias eu ouvi propaganda dessa companhia e eles falam assim: “Você sabia que se você tiver um seguro com a gente, você tem 5 anos de vida a mais? Você pode ter 5 anos de vida mais?” Ou seja, eles estão dizendo que se você fizer exercício, você comer bem e coisas assim, né, você vai ter 5 anos a mais de vida. É uma forma de incentivar, né, as pessoas a praticar atividade física. E a atividade física, ela é importante exatamente por isso. Claro que ela vai te dar formas, ela vai deixar seu corpo torneado, vai deixar bonito, mas é justamente para você, para te dar liberdade no futuro, liberdade quando tiver aí na terceira idade de se movimentar, de ser independente, que é maravilhoso. Acho que a melhor, o melhor troféu que um idoso pode ter na vida é, é ser independente, não precisar de ninguém para fazer nada para ele, né? Nas questões de de se de autocuidado, né? Como você disse, tomar um banho sozinho, ir no banheiro sozinho, né? sabe, conseguir se trocar, pentear um cabelo, porque tem gente que não consegue nem levantar o braço para pentear um cabelo. É, inclusive na Inglaterra tem muita gente aqui que vai, que eles chamam care home, que é um asilo. É normal aqui, porque as pessoas não conseguem fazer as coisas sozin em casa e a família trabalha, tem os compromissos. É normal. No Brasil não é tanto ainda, Uhum. Né? A família tem que se sacrificar para ajudar muitos idosos. Então é a diferença, né? A diferença de quem come comida saudável. Isso, comida de verdade, como diz a Natália e coach. Aí você tem os grupos, você dá mentoria, como que é o seu trabalho, né, para ajudar quem quer emagrecer com com saúde. Isso. Isso. essa minha trajetória de emagrecimento, né, e as certificações que eu fui que eu fui buscar me fez criar me possibilitou criar um projeto, né, um programa de emagrecimento que tem um programa gravado que é chama Libertice Start, que ele é o um compilado do Libertice, que é o programa grandão, né, que tem cerca de quro a se meses, dependendo da desenvoltura de cada um. E dentro desse desse programa tem um acompanhamento comigo que é como se fosse um pitbull ali, sabe, na com da melhor da melhor eh no bom sentido. Mas quando você tem alguém que te acompanha, Ângela, que já passou por muita coisa que você vai passar e que pode te ajudar a evitar, é muito melhor, te dá um impulso, né? Exatamente. Sabe isso? Sabe aquela história de que sábio é aquele que aprende com o erro dos outros? É, nós conversamos sobre isso. É verdade isso. Sábio é aquele sábio é aquele que aprende com os erros dos outros. Você não precisa passar por tudo que eu passei para para conseguir ter o resultado que eu tive. É, como você disse, talvez pode ser mais rápido, porque depende também da do metabolismo da pessoa. Talvez você demorou um pouco, você demorou para se conscientizar, mas se a pessoa de repente fala: “Eu quero agora”. E e ela conseguir fazer tudo direitinho, não precisa demorar tanto tempo quanto você demorou, né? Isso na verdade é o querer e eu como eu disse eu sempre quis, mas eu fui buscar sozinha as informações que eu precisava naquele momento. Por mais que eu tenha passado por médicos, já tomei na adolescência, tomei remédios para emagrecer, coisa loucura. Eh, quando chegou o momento em que eu falei: “Não, eu quero de uma forma diferente”. Eu fui buscar, eu eu capto eu captei todas essas informações, compilei e coloquei dentro desse programa e com o acompanhamento perto, eu gosto de trazer a pessoa pro meu lado, sabe? de dar a mão mesmo, ter o meu acesso ao meu WhatsApp on time. Praticamente eu respondo o que me perguntam para porque a gente sente o o gordinho, o obeso, ele quer ser cuidado, ele quer. Você, por falar nisso, você sofreu bullying por ser gordinha? Sofri, com certeza. E eu falo que a pessoa, eu vou falar por mim, pode ser que alguém fala assim: “Ah, comigo não é assim. Eu já fui, já senti, já já fui menosprezada, sabe assim? Ah, você não eh eu tenho certeza que eu já perdi a oportunidade de um emprego por conta da minha aparência. Nossa! Sim, sim. E namorado na questão de, né, quando você era adolescente e você era gordinha, como que era? Sim, eu eu nunca tive problema com relação a isso, a amizades e a namorado não, mas eh eu não me sentia bem, né? Eu não me eu não me sentia confiante, sabe? Aquele negócio da confiança de de inclusive até na para se apresentar em algum lugar, eu não não falava. Se você me convidasse, Angângela, vamos dizer, para falar sobre qualquer outro assunto aqui e eu tivesse acima do peso, eu não viria, porque não viria aqui dar essa entrevista. Não viria. Se não que não fosse para falar sobre, mas você não tinha confidência porque você era gorda. Não, não era confidente, não. Porque eu era gorda. Porque se alguém te chamasse de gorda, você o que que você pensava? Por exemplo, falava aquela gorda ou porque às vezes a gente fala aquela pessoa magra. Se alguém falasse aquela gorda, reagia, eu reagia na hora. Ah, e mandava, sabe? respondia, falava palavrão, mas eh e depois eu me sentia muito mal, né? Me sentia, eu eu eu entendo você, né? Mas no meu caso foi o contrário. Eu era muito magrinha. Hã. E eu sofri bullying por ser magrinha. Eu sofri muito bullying por ser magrinha. Às vezes apelidos na época eu não gostava. Hoje eu não me importo. Eu inclusive tomei remédio para engordar. Muito remédio para engordar. Comecei a comer chocolate, que é a história da minha vida. Comecei a comer chocolate, devorar chocolates para engordar, porque eu queria engordar. Contrário da sua história. É, então, mas eu entendo essa parte do bullying, da parte de não se sentir à vontade. É, talvez tenha sido uma defesa sua também, né? Não sei, em algum momento da vida tem a mente da gente é é um enigma. É um enigma. Por mais que a gente achea que não não tem explicação, se for a fundo, tem. Se for a fundo, tem. E e mas essa questão de de se sentir do buling, de se sentir ofendida, eu me sentia, mas eu reagia. Eu reagia respondendo a pessoa e ou dependia muito da situação, viu, Ângela? Às vezes eu ficava quieta, não falava nada e mas a hora que eu ia na frente do espelho e falava assim: “É realmente o que aquela pessoa falou, ela tem razão.” É porque eu não me aceitava. Quem se aceita, tá tudo bem, mas eu não me aceitava e eu não aceitava a manter aquilo lá e eu fui atrás para resolver. E eu também fui atrás, comecei a comer chocolate, chocolate para engordar. Eu entendo. Eu te entendo. Resolveu sim. Então, com com toda a sua experiência, hoje você ajuda pessoas. Isso é muito interessante, porque você passou por isso, você tentou por muito tempo resolver um problema. Uhum. Né? Que que você passava pelo problema e não gostava do que estava acontecendo. E hoje você ajuda pessoas que estão passando por isso, ou talvez menos ou mais do que você, que pode ser qualquer tipo de pessoa, né? Homem ou mulher. Qual é a faixa etária de idade de pessoas que você ajuda mais? a maior parte da eh eh é composta por mulheres na casa dos, vamos dizer, dos 35 a 65, 70 anos, mais ou menos na faixa, mais maduras. Tem pessoas mais novas sim que me procuram, mas vamos dizer assim que a grande maioria nessa faixa dos 35 aos 70 anos, sim, tem várias queridas. Gente, eu recebo tantas mensagens de carinho dessas mulheres que às vezes eu eu falo assim: “Nossa, eu não mereço tudo isso”, sabe? Elas são muito gratas e eu sou muito gratas a ela porque, Ângela, elas me ajudam também. Eu tenho porque você tem que continuar no seu ritmo, né? Eu tenho que continuar. Se eu voltar a me alimentar do jeito que eu me alimentava antes, eu vou ter o corpo que eu tinha antes. É para toda a vida. É para toda a vida. Não tem como. E ali o que acontece? A gente vai mudando o protocolo, sabe? A gente vai fazendo alternâncias. Olha, essa semana nós vamos vamos fazer um um protocolo bicho e planta. Vamos tirar laticínios, vamos tirar os queijos aqui, evitar, né? Porque eu falo, você pode tudo. Ai, o que que não pode comer? Você pode tudo. Você nasceu livre, mas nem tudo lhe convém, né? Tem coisas que se você tem um mudar a quantidade talvez de algumas coisas também, né, que a gente exagera. É, mas isso e também eh se você tem um objetivo, tem algumas coisas que não lhe convém fazer no momento que você tá indo rumo a um objetivo. Por exemplo, se você tem um objetivo de comprar uma casa, você vai salvar dinheiro, não vai? Sim. Se você tem o objetivo de comprar uma casa, você chega no shopping, você vê lá uma bolsa de, sei lá, 1000 libras, 2000 libras, que que você vai fazer? Você vai comprar aquela bolsa? Você vai pensar: “Não, meu objetivo é comprar uma casa, então eu não vou comprar essa bolsa, eu vou guardar”. O emagrecimento é a mesma coisa, entende? Tem que pensar no objetivo maior e continuar constantemente. Isso. E aí entra aquele porquê. Lembra do porquê que eu tinha comentado contigo? Quando você tem, olha, prestem atenção nessa frase que eu vou dizer agora. Quando você tem um porquê forte, um porquê grande, não importa o como você vai buscar. Como assim, Natália? Busque um porquê. Por que que de fato você quer emagrecer? É por você, pela sua família, pelos seus filhos? É para ficar bonita? É para entrar no jeans 38, assim como eu queria? Qual que é o seu porquê? Eu vou contar aquela historinha, sabe? Aquela historinha do da corrida. É interessante, né? Sim. Vou dar um exemplo de um porquê forte. Vamos dizer assim, que você aí que tá assistindo e o seu amigo ou a sua amiga te ligue e fala assim: “Ô, amiga, vamos amanhã acordar às 3 da manhã e vamos correr 15 km?” Você vai olhar para ela e vai falar assim: “Ué, tá maluca? Por que que eu vou fazer isso? Não tem por eu fazer isso. E você vai simplesmente rejeitar o convite. Agora imagine que o seu filho ou algum ente querido precisa fazer uma cirurgia, está doente e precisa de dinheiro para fazer essa cirurgia. E esse mesmo amigo te liga, amiga, vamos correr 15 km prol da cirurgia do seu filho, do seu parente, pra gente arrecadar fundos para fazer essa cirurgia. Eu tenho certeza absoluta que você iria na hora. É verdade. Na hora iria acordar até mais cedo. Qualquer pessoa iria, podia tá até chovendo, frio e chovendo, você iria e doente e etc. Exatamente. Por quê? Porque o seu porquê é forte. Então não importa como você vai atrás daquele objetivo. E isso é para tudo na vida, tá? É para tudo na vida, não é só pro emagrecimento. Se você levar essa lembrar dessa historinha aí na na sua vida, vai te ajudar em muitos momentos. Teve algum momento que você tinha começado o seu projeto, né, de de comida de verdade, que você pensou: “Não, eu vou desistir, não estou conseguindo, não tá bom”. Teve algum momento difícil assim que você pensou em desistir? Olha, eh, teve momentos, eu tive altos e baixos, sim, nesse, nessa, nessa trajetória toda aí, que são mais de 13 anos, né? Eh, tive um momento em que eu recuperei o peso, foi quando eu perdi meu pai e foi praticamente emocional. Eh, eu descontei realmente muito na comida, muito mesmo. E eu tive um regho. Mas como eu disse, como eu digo pra pro pessoal que eu acompanho, que quando justamente o porquê do nome liberte-se é que quando você aprende, você não depende mais de ninguém, você se liberta. Aí, mesmo tendo um episódio de recaída, um período em que você teve algum problema e que se descontrolou, você tem o conhecimento suficiente para retomar retomar o seu a sua alimentação correta, sem precisar ninguém de dizer o que você tem que comer, o que você não tem que comer, porque isso é o libert, nada de uma lista colada, um cardápio colado na porta. da geladeira, porque se um cardápio, se um cardápio resolvesse, o mundo inteiro era magro, né? É verdade. Isso é verdade. O mundo inteiro era magro. Quantas quantas quantos cardápios eu já tive de nutricionista na minha gelade? não respeito o trabalho de cada um, obviamente, porque cada objetivo tem um um plano diferente e e muitas vezes é realmente importante você ter o acompanhamento de um de um profissional para para fazer estratégias mais pontuais, né? por exemplo, uma estratégia para ganho de massa magra, eh, enfim, tem tem o seu valor, mas de maneira geral, para você ter uma melhora no seu quadro geral de saúde, a comida de verdade ela te traz uma resposta muito rápida. E te digo mais, você começando em dois, três dias, você já percebe uma diferença gigantesca, gigantesca no seu corpo. E agora a pergunta é: quanto a Monjaro, dá sua opinião sobre Monjaro pra gente. Olha, a gente sabe que tá muito em alta, né? O uso indiscriminado, esse é o problema. Eu não sou contra remédios, eu não sou contra bariátrica, eu não sou contra o Monjaro, desde que seja com acompanhamento médico e que seja recomendado pelo médico o uso. Porque o que que tá acontecendo hoje, Ângela? As pessoas estão usando indiscriminadamente o Monjaro, perdem peso, sim, perdem peso, porém elas vão perder massa magra também. E não adianta você mudar esse essa sua ter esse emagrecimento sem mudar o seu comportamento alimentar, sem mudar os seus hábitos. Você vai tomar para sempre? Será que você vai tomar para sempre? Porque a hora que você emagrecer, você vai recuperar tudo isso em forma de gordura. Você não, você vai perder gordura e vai perder um percentual de massa magra também. E a hora de recuperar, você não vai recuperar em massa magra, você vai recuperar tudo na forma do gordura e isso não é saudável pro seu corpo. Então, se você tiver fazendo uso de qualquer uma dessa dessa intervenção, seja através de remédio, seja através de de bariátrica, seja através do monjaro, porque você conhece bariátrico, bariátricos que já reganharam peso, não conhece? Sim, com certeza eu conheço. Por quê? Porque não mudaram os hábitos, não mudaram o comportamento. E o que eu vejo hoje é que tá a a questão do Monjaro é muito parecido. Você vê as pessoas emagrecendo sem mudar os hábitos alimentares. Por quê? Ela emagrece comendo de forma errada. E aí não é saudável. Não vai ser saudável. não vai ser sustentável a longo prazo. Muita gente tá em mente de que vai tomar para sempre, mas tem muita gente que não tem como bancar para sempre. É, são muitos gastos, né? É muito gasto. Mas você acha que se a pessoa usar por um tempo, emagrecer e depois conservar, né, comendo comida saudável, conservar o peso, será que é fácil? Consegue. Mas ela, el que ela fez durante esse tratamento para mudar os hábitos alimentares? Ela implementou atividade física, atividade física de força para preservar a a a massa muscular dela. Ela implementou o conhecimento e a mudança de hábitos para que depois ela continue mantendo e e esse peso, porque depois ela não vai mais ter essa bengala do remédio para ajudar ela, entende? Ela vai ter que andar sozinha. Como é que vai ser daí pra frente? Qual que vai ser a nova onda que vai vir aí daqui alguns alguns alguns anos em relação a a esse a uso indiscriminá? Porque na verdade esse o Monjar e os outros remédios parecidos, eles foram eh produzidos, inventados, né, para ajuda com diabetes, né, contra diabetes. E hoje as pessoas estão usando para beleza, para tudo, para emagrecer. Mas eu conheci, eu conheço uma pessoa, inclusive mora aqui em Londres, que ela usou, tentou usar e não conseguiu emagrecer. conseguiu um pouco, mas não conseguiu manter. E ela foi fazer uma bariátrica em outro país e ela disse que agora está feliz. dis que agora está feliz com a bariátrica feita, porque ela gosta de comer também, não quer parar de comer. Isso. Então, mas essa é a questão. Ela gosta de comer, ela não quer parar de comer, precisa se policiar e precisa de ajuda para mudar esse hábito dela, porque não estou torcendo, tomara que dê tudo certo, mas existe probabilidade dela perder a cirurgia se ela não mudar os hábitos dela. O nosso estômago, ele dilata, de novo. Ele dilata de novo, porque acho que tem dois tipos de bariátricas também, né? Tem um que é reduz o estômago, tem um que que corta um pedaço. Acho que é isso. Esse tem o bypass, né, que é o que corta um pedaço do intestino. E tem um uma outra modalidade que ele só diminui um um pedaço do estômago, mas tudo precisa ser com acompanhamento médico e com recomendação médica. E aí sim fazer um acompanhamento para que você tenha o conhecimento de como vai ser o depois, já durante o uso, né? Como que eu vou me comportar depois que eu já emagrecer, mas isso você já implementa agora. Uhum. Ok. Então, se hoje, por exemplo, alguém que tiver assistindo aqui, tiver acima do peso, quiser emagrecer com saúde, o que você recomenda? Vamos dar cinco dicas pras pessoas para ficar assim frisado o que que uma pessoa que tem que emagrecer com saúde tem que fazer. Você tem cinco dicas para dar? Vamos lá. Vamos fazer aí. Primeira coisa é respeitar a sua fome. Tire da cabeça esse negócio de, ah, eu preciso comer de três em três horas. Se você não vai no banheiro sem vontade de no banheiro e não dorme sem ter sono, por que que você come sem fome? Então, o primeiro é respeitar sua fome. A segunda dica é comer comida de verdade, né? Aquilo que a gente já falou, carne, peixes, ovos, frutas, legumes, verduras e eh olhaginosas, azeite, comida de verdade. Terceira, terceiro, terceira dica, sono. Um pilar muito importante, viu, Angângela? Dormir bem envolve todas a questão hormonal e os hormônios é que comandam o seu corpo, inclusive para o emagrecimento. Então, falamos de eh comer com fome, né? Comida de verdade. Falamos do pilar do sono. Segunda dica, dormir bem. Isso, né? É terceira. É primeira, primeira comer com fome. Parar de comer de três em três horas, né? esperar sentir a fome para comer. Aí quando você comer, comer a comida certa, que é a comida de verdade. Deixe de lado esses negócios de barrinha de cereal, esses negócios de eh inventar a moda. Aí vai lá e come. Não importa se é café da manhã e você quer fazer uma usar hambúrguer não é comida de verdade. Hambúrguer não é comida de verdade, né? Terceiro pilar, o sono. Quarto pilar, vamos pensar na hidratação também. é muito importante. O nosso corpo é comandado por reações químicas que precisam de água para acontecer. Então você precisa tá bem hidratado. E também em quinto lugar, eu diria a atividade física. Ah, porque a atividade física emagrece? Não. A atividade física ela te ajuda a te manter na dieta, porque o que o que emagrece é a dieta. E para quem não gosta de exercício físico, odeia academia como eu, qual a dica que você daria? Você é como eu. Eu também não gosto da academia. Não, não. Eu não gosto. Eu falo, eu não gosto do ambiente. Eu não gosto do cheiro de borracha, eu não gosto da música, eu não gosto de suar. Cheiro de suor. É, é. Sabe o cheiro de borracha? É, eu não gosto de música alta. Mas, vou te dizer duas coisas. Uma, a gente precisa fazer o que tem que ser feito, né? que nós somos adultos e a gente sabe da importância da atividade física na construção dos músculos pra gente ter liberdade ao envelhecer. Mas também tem alternativa hoje em dia do YouTube, Angela. O YouTube tem muitas aulas que você pode fazer em casa. Você bota na sua tela lá, faz a dança. É, eu gosto de dança só e de andar. Caminhada eu gosto. Não gosto de correr, não corro. Não corro. Se o ladrão for me pegar, me pega, porque eu não corro, não consigo correr. Aham. E e é importante pelo menos iniciar algum algum exercício eh com o próprio peso do corpo, sabe? Essas aulas que faz agachamento, faz eh senta e levanta da cadeira, tem alguns exercícios. Mas e para pessoas, por exemplo, tem pessoas que às vezes estão na minha idade ou mais novas ou mais velhas, que por algum motivo não pode forçar muito, fazer exercício físico muito forçado. O que que você diria? Isso é é bom procurar orientação, mas tem alguns exercícios que são de baixo impacto, né? Por exemplo, hidroginástica. Hidroginástica que você faz dentro da água, ela não não tem impacto para problemas nos joelhos, essas coisas. Então, essa parte é é interessante. Pessoas mais velhas também é melhor, tá certo? Olha, tô aprendendo bastante aqui com a Natália Longo, né? Uma aula de nutricionismo e de tudo para emagrecer saudável, comer comida de verdade para quem quer emagrecer é uma, né? Eu eu já fiz dieta pr engordar e já fiz pr emagrecer também ultimamente, porque a minha mãe dizia: “Você vai engordar muito e depois você vai querer emagrecer”. Então é isso, né? Às vezes a gente engorda um pouco a mais, a gente quer emagrecer. Nunca estive muito exagerada, mas já quis emagrecer, já emagreci uma vez também só comendo coisas saudáveis e já emagreci uma vez por motivo de doença. Então é isso, vale a pena. Ela tem dicas maravilhosas. Depois ela vai deixar os dados aqui das redes sociais, principalmente o Instagram que ela que ela usa mais. O editor vai colocar aqui também no rodapé os ou em algum link, né? Vai deixar o link dos das redes sociais da Natália. Para qualquer pessoa que queira dicas, que queira né? Uma ajuda para emagrecer, para comer comida saudável, ela pode te ajudar, né, Natália? Você tem algum projeto, alguma outra coisa além do que você já faz agora? Se você tiver, pode falar também. Sim. É, eh, sei que o canal, o seu canal também fala de empreendedorismo, né, Angela? Sim, eu sou, eu sou empresária, tenho também eh uma empresa de de personalizados aqui no Reino Unido, trabalho um pouco na parte de marketing também, que aqui a gente engloba tudo que a gente consegue, né, na pr para nos nossos negócios. E é isso. Eu tinha deixado aqui, acho que eu não deixei, depois eu mostro. A Natália fez, ela faz logotipos também porque ela é multiempreendedora, olha. Então, né, se alguém precisar de qualquer serviço da Natália, tem as redes sociais dela. Foi muito bom. Aprendi bastante aqui. Daqui a pouquinho a gente vai fazer a paradinha do chocolate. A gente tá aqui em White Shople. Nós fizemos, nós demos, nós fizemos um tour em Londres hoje. Fomos para, para Putney, buscar umas malas, íamos num outro lugar que não deu tempo e agora a gente tá indo para um bingo beneficiente para, como é que chama o lugar? White Shapple. É White Shople. Yeah. A gente vai para White Shopple. E depois de White Chapel não fica muito longe da casa da Natália, mas fica bem longe da minha e o caminho continua. Só que aqui a gente tá no centro London, bem no centro de Londres. E aqui não tem lugar para parar. Estamos na Liverpool Street, gente. Liverpool Street Central London. É bem legal, bem movimentado. É um lugar famoso. Uhum. Aqui tem muitos escritórios aqui em Londres, bem bem concentuados, né? E algumas lojas também de grif, aquelas lojas mais caras. Então é isso. Olha, eu vou mostrar, vou vou entregar o chocolate pra Nat pra Natália. Ela pode abrir. Ela não escolheu, mas eu, eu escolhi um chocolate pr ela. Ah, muito obrigada. Muito obrigada. Pode abrir e começar a comer. Eu não posso comer ainda porque eu estou dirigindo, né? A gente Não, não. Aqui na Inglaterra você não pode dirigir e comer, mas você pode dirigir e fumar, que é engraçado. Ah, interessante. É a lei, né? Eu acho que algum fumante decretou esta lei e a gente, infelizmente, a gente tem que respeitar porque senão a gente leva multa, né? Eu não sabia disso. É, a gente não pode comer, a gente não pode, ã, quando tá nem beber, quando a gente esver dirigindo. E carro público também não pode. Os carros públicos daí não pode fumar, claro, né? Mas nos outros até o motorista pode fumar. Hum. É isto. Pode abrir e deliciar o seu chocolate. Ah, olha aqui. Olha que delícia. Tem vários sabores. Eu não sei qual. Você gosta de todo tipo de chocolate, Angela? É assim, o meu favorito é o chocolate ao leite e eu gosto de alguns recheios, né? Alguns. E o branco você gosta do branco ou não? Olha, eu só comer muito. Eu não como muito branco, mas eu gosto. Eu tenho, eu compro um chocolate no hotel chocolate, sabe aquela, né? Um chocolatinho especial lá, que é um chocolate branco e ele vem com umas raspinhas de limão. Ah, muito gostoso. É muito gostoso. É bem saboroso. Então, né? É uma caixinha pequena, custa caro, mas é gostoso. Então, a pena. De vez em quando eu passo lá, tá vendo? Olha, exceções. Olha aqui, eu tô aqui num momento super especial com a Ângela, especial para mim, muito especial. Então são momentos que valem a pena você abrir uma exceção para comer alguma coisa. Exceção que eu digo também, por exemplo, você vai chocolate não é comida de verdade. É, desculpa, gente, mas é não, mas o que eu quero falar para vocês é que existem momentos que, por exemplo, quando você vai na casa da sua avó ou na casa da sua mãe, que tem um pudim que você gosta muito, é diferente de você, foi feito com amor e carinho, com amor e carinho que você não vai ter acesso a todo momento. É diferente de você entrar no supermercado e comprar um um flã pronto que tem lá industrializado na geladeira ou todo dia ir lá comprar também, né? Exatamente. Então são momentos que valem a penas, especiais. Isso sim se você não tiver problema com nenhuma comorbidade relacionada ao consumo de açúcar, né? Por exemplo, se você não é diabético, não tem nenhum tipo de de problema relacionado a isso, não tem não tem não não tem problema, né? Claro que se você for diabético, eu jamais vou falar para você fazer isso, mas são momentos que valem a pena e agora eu vou comer meu chocolatinho. Se delicia, vale a pena mesmo. Já estamos pertinho, menos de uma milha, mas aqui não sei. Aqui uns segundinhos aqui só, só alguns segundos. Como é domingo, não tem problema. Uhum. E eu tive que parar, gente, porque o Car podcast de hoje tá terminando por aqui. Foi um prazer ter a Natália Longo explicando sobre como emagrecer com saúde. Eu vou pegar um chocolate qualquer, não sei, por minha mão, vou pegar porque são vários. É gostoso este daqui. Muito bom. Quem quiser também, Ângela, visitar meu website é www.comadeiverdade.com comidadeverdade.com no YouTube. Esse é o meu site. O meu YouTube é @natalia longo e o meu Instagram é igual também, @natalia longo. Se você colocar comida de verdade lá no Instagram vai aparecer minha fotinha também, viu? Comida de verdade não é chocolate. Mas a exceção tá valendo a pena hoje. Muito bom. Vou pegar um branquinho, já que ela falou de branco. Uhum. E vou terminar o podcast por aqui. Gente, se inscreva no Car Podcast, assista os vídeos, assista as entrevistas, principalmente a da Natália. Quem tiver aqui já tá no final, né? Mas se se parou aqui e não assistiu, assista entrevista dela, curte, compartilha e entra nas redes sociais dela. Mesmo que você não precisar emagrecer, passa para quem precisa, para quem quer a dica. Vale a pena. Mais um chocolate e até a próxima sexta-feira. Obrigada, gente. Até a próxima. M.

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