[ REDE MEGGGA] – NATALIA FARIA – COMO EMAGRECER E MANTER O PESO

[Música] tinha entrado agora gostado [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] [Música] เ Olá, [Música] boa noite para você que tá com a gente. Seja bem-vindo, seja bem-vinda. Estamos começando mais um podcast especial nesta noite de terça-feira, é o Conexão Saúde. E hoje, né, temos uma convidada de honra também, maravilhosa, Dra. Natália Faria, médica nutróloga. E eu dou boa noite para você que tá aí com a gente, né? Hoje vamos falar sobre um tema que desperta muito interesse e curiosidade, nutrologia e como emagrecer. Tô precisando, acho, manter o peso de forma saudável. Eu acho que todo mundo quer ficar no shape, né? Mas eh é uma conversa agradável, um bate-papo descontraído e eu dou boa noite para elas, Renata e Michel, que tá aí com a gente em mais um podcast. Seja bem-vindas, meninas. Obrigada, Jonathan. Obrigada. Obrigada, Natália. Michel, boa noite, Jonathan. Boa noite, Natália. Boa noite aos nossos ouvintes e telespectadores. Espectadores e ouvintes. Mais um. É mais um podcast, né? Isso. Saúde. E vamos começar então, né, pra gente entender um pouquinho mais deste assunto, né, conversar um um papo, né, com a Dra. Natália, pósgraduada em nutrologia pelo Hospital israelita Albert Einstein, formada em gastronutrologia, pós-graduada em adequação nutricional, prevenção e tratamento de doenças relacionadas à idade. Dr. Lair Ribeiro, isso. Curso de extensão e aprofundamento em obesidades, terapias de reposição hormonal. Medicina Integrativa e Funcional e Ciências da Longevidade Humana, Grupo Longevidade Saudável, atendimentos presencial na clínica WS em Bií e na clínica Vitali. Seja muito bem-vindo, doutora e que você possa nos enriquecer muito com a sua experiência, com a sua simpatia. e com, né, muita informação boa aqui para isso. Nosso guia saúde, conexão saúde. Bora lá, Jonathan. Boa noite. Boa noite. Me chama Renata. É um prazer estar aqui hoje com vocês e com todos aí que estão nos acompanhando também. Espero que seja um bate-papo aí bem agradável e que fique claro, né, para para todos o que a gente for conversando, né? Nada nada técnico, tudo, né, de de maneira informal, mas que seja claro, né, seja claro nosso ouvinte, né, o pessoal que tá nos assistindo, né? Isso. É, e é um tema muito interessante, né, eh sobre emagrecimento, né, porque muita gente vivendo isso, né, e hoje é praticamente um dos temas mais buscados, né, pelo na internet, né, é do emagrecimento, né? Sim, é verdade, Michel e Renata. Então, assim, eh, é primeiro a conscientização, né, a respeito da importância do emagrecimento, porque não só pensando na estética, não que não seja importante, a estética também é importante para todo mundo se sentir bem, né? Então, o que importa é a gente bem, sim, só que nem pensando por esse ângulo, mas pensando na importância da gente prevenir doenças graves no futuro, né, tanto e a curto, médio e longo prazo, né, eh entender que o sobrepeso e a obesidade eles vão trazer consequências a curto, médio e longo prazo também, né? Então, especialmente se tratando da obesidade, em primeiro ponto, é muito importante de de que fique claro que é uma doença, né, assim como diabetes, hipertensão, eh, e várias outras doenças, é uma doença, né, uma doença crônica, recidivante, que não tem uma cura, é possível entrar em remissão, é, mas é uma doença de tratamento a longo prazo, né? Então, é uma doença séria que precisa de um tratamento sério também, né? Então, eh, assim, vamos entrar bem dentro aí para explicar isso para todo mundo, porque não só as pessoas de maneira geral, mas muitos profissionais de saúde ainda hoje, século XX, 2025 e ainda não entenderam que realmente a gente tá falando de uma doença. É, né? É, então o preconceito em cima da obesidade é muito grande, né? Preconceito a gente pensando em préonceito, né? Isso. Então, tanto de pessoas de maneira geral como até de próprios profissionais de saúde também. E digo eh até de colegas médicos. Então isso é isso vai dentro até dentro da própria dos da da dos profissionais dentro da área da saúde também. Então isso é muito assim de de uma importância muito grande, porque principalmente estando na saúde, né, os profissionais de saúde ainda mais precisam de de se atentar com isso, porque o a a própria pessoa portadora da doença obesidade, ela tem ali uma uma história, né, que de muitas vezes até de várias, entre aspas, tentativas de tratamento e tudo mais. E às vezes são desencorajados ou são criticados até por outros pro por até colegas médicos também. Você às vezes vai numa consulta e só toma um esporro. Ah, você tem que fazer dieta e exercício físico. Ah, não sei o quê. Ó, se não emagrecer não tem jeito, né? Ou então às vezes em em enfim, dentro de de qualquer, né, de qualquer profissional. E se fosse tão simples assim, a gente não teria hoje aí esse número cada vez maior de obesidade a nível mundial, né? Então não é tão simples assim. São vários fatores, né? Nossa, com certeza. Obesidade hormonal, você trata é é disso, né? Isso. Sim. Então assim, eh a gente a gente precisa de entender que tem um componente genético, tem, mas tem um o ambiente obesogênico também. Eh, tem desde a história familiar, tanto pensando na genética, mas também que o ambiente às vezes já tem um fator genético, mas às vezes emocional também, sim, né? Então, a parte emocional e a questão do dos hábitos alimentares, né? Então, até mesmo de pequenas coisas, como por exemplo assim, ah, se não comer tudo, não vai sair da mesa, de pequenas, começa na infância, já começa na infância, às vezes de crenças que às vezes já são implantadas desde lá de trás, que para ter saúde precisa de comer tudo, que não é para deixar nadar no prato. É, então desde dessas pequenas coisas que que não parecem ter eh significado, sentido, né? Mas enfim, e o no aí você podia falar pra gente, né, pro pessoal que tá ouvindo a gente, o o porqu procurar o nutrólogo. Hum, boa pergunta, Renato. Então, assim, primeiro, a nutrologia é uma especialidade que ainda é pouco difundida, né? Então, até colegas médicos também, muitos não sabem direito o que que é também, por é uma especialidade médica que já tem muitos anos que ela é implementada no Brasil como especialidade médica, mas ainda é pouco difundida. A nutrologia, primeiro, o que que ela é, né? é uma um aprofundamento de estudar a fundo as relações do nosso corpo com os alimentos e o que que os nossos hábitos, especialmente a alimentação, vão impactar na nossa saúde ou da nossa doença. Sim. E ou seja, tudo vai tá ligado com o nosso estilo de vida, com a nossa alimentação, né? Então, tanto a gente aprofundar em fazer um diagnóstico, né, de doenças relacionadas à alimentação, que vai desde uma diabetes, né, até qualquer distúrbio metabólico, enfim. Então, o aprofundamento no diagnóstico, na prevenção e no tratamento, né, de doenças, se já faz a prevenção de qualquer outro fator, né? Isso. Sim. Então, eh, às vezes a gente, na maioria das vezes, a gente vai precisar de mudança do estilo de vida, né? E a gente vai, a gente, como médico nutrólogo, a gente vai fazer o quê? Vai identificar, né, primeiro o que que são suas queixas, né, quando você vai numa consulta com nutrólogo, então o que que são as suas queixas primeiro, né, só que a gente vai tentar identificar o que que tá acontecendo que tá te levando a ter aqueles sintomas, né? Então isso é que é o mais importante de tudo. Através de exames, através de exames, mas também através da clínica também, sabe? Então, ou seja, o nosso corpo ele grita sinais e sintomas o tempo todo, sabe? Muitas das vezes, claro, os exames são complementares, né? Mas a clínica é soberana. Então, é como se a nutrologia, Renata, ela é uma uma clínica médica mais a fundo, então ela entrelaça outras especialidades também, sabe? Então, né? Então, por exemplo, em doenças ginecológicas, vamos pensar aí, exemplo, uma síndrome dos ovários policísticos, tem tudo a ver com estilo de vida. Principal causa, por exemplo, na SOP, geralmente resistência insulínica. Então, precisa de ter mudança de estilo de vida, tratar esse distúrbio metabólico, pôr esse corpo para funcionar direito, né? Entende? Então, organismo inflamado, né? Isso. Então, a gente cria outros problemas, né? Sim. Então, identificar, né, a inflamação crônica subclínica, o que que isso tá tendo tanto, principalmente em como a gente se sente, e melhorar a qualidade de vida e melhorar tanto de de como a gente se sente, mas também para prevenir a as doenças crônicas, como até como a própria diabetes, a a a obesidade, né, esteatose hepática, que tem estão completamente relacionadas com o estilo de vida, com a alimentação. né? O paciente chega lá, você fala: “Tá tudo bem, tô ótimo, meus exames não, tô tudo ótimo”. Aí você vai conversando, se você vai vendo que não, né? Isso. Exatamente. Então assim, a gente precisa de aprofundar para pr achar exatamente aquilo que não tá legal, sabe? Então é muito bom a gente além de ver do papel do exame melhorando, mas o mais importante é a gente se sentindo melhor, com mais energia, com mais exposição, dormindo bem, uma um trato digestivo que tiver legal, uma digestão boa, absorvendo bem os nutrientes, o intestino funcionando todo dia, né? Parte sexual, libido, OK? Entendeu? Então tudo isso é muito importante. Então é faz o corpo é uma máquina, né? Uma coisa não funciona direito, a outra também já já vai criando um problema ali consistente, né? Sim. E a nutrologia com a nutrologia esportiva tem uma diferença? a nutrologia realmente trata as mesmas questões, acaba que dentro de das especialidades vão ter subespecialidades também, como diz, né, assim, mas por exemplo, tem tem alguns profissionais que às vezes vão focar mais em determinadas áreas, né, de massa próprio pro esporte, atividade física. Sim, que aí vai ter vai fazer adequação ali na alimentação, né, muitas das vezes até também em conjunto com os nutricionistas, né, também para fazer um planejamento mais elaborado, né, também, mas eh a nutrologia esportiva também é algo aí que tá também bem alto assim, mas nem é tanto o meu foco principal, digo, né, no meu caso, por exemplo, eu já gosto mais da parte metabólica mesmo, assim, sabe, de qualidade de vida, de ver a pessoa melhorar, tá se sentindo melhor, ficar bem, né? E a perda de peso, até pensando na no próprio sobrepeso, eh, a perda de peso acontecer como uma consequência de tá tudo funcionando tão bem que o corpo tá trabalhando melhor e consegue lidar melhor com aquilo que que tá entrando, né? Claro que pensando na obesidade sendo uma doença, então a gente precisa de fazer todo um ajuste de estilo de vida, de fazer um tratamento medicamentoso, assim como a gente faz com a hipertensão, com a diabetes. A gente na obesidade, a maioria esmagadora dos casos vai sim precisar de um tratamento medicamentoso. Não é porque a pessoa é sem vergonha, sabe? Não é nada desses desses preconceitos absurdos que infelizmente existem, mas tem alguns desajustos. Tem um pouquinho de preguiça também. É, porque as pessoas têm é e isso é um pensamento interessante de você levantar, Jonata, porque assim, o que que acontece? Mas é importante a gente conversar sobre isso, sabe? E porque assim, isso é é o que realmente todo mundo pensa, até o próprio portador de obesidade, sabe? pensa que assim, ah, não é porque eu sou incapaz mesmo, eu não consigo ficar sem comer mesmo. Mas gente, existem distúrbios relacionados a fome e a saciedade, que então eh o paciente às vezes ele vai ter um apetite realmente aumentado ou ele vai ter ansiedade, pode ser por ansiedade ou às vezes não. Às vezes realmente é uma fome, fome real de roncar o estômago mesmo, sabe? Mas sim, às vezes por ansiedade, que fome que eu e muitas das vezes também, né? Então, além da questão da ansiedade, da fome real, muitas das vezes uma uma necessidade muito grande de beliscar e isso é algo incontrolável. Adoro beliscar e o problema que às vezes nem tá na gente, né? Porque às vezes você vê aquilo ali, aí às vezes você nem tá com fome, mas é que você quer pegar e quer comer, né? Eu já percebi que isso é um hábito também. É onde a gente é onde não é tão simples, Jonathan, nem com medicação, só usar uma medicação e tá tudo resolvido. É onde precisa tanto de um acompanhamento médico especializado para pegar na mão e falar assim: “Jonata, pera aí, vamos ver que horas que você belisca, entendeu? Vamos ver por vamos entender esse padrão de comportamento e vamos tratar a nível neurocomal também. Vamos ir fazendo mudanças no seu estilo de vida de jeito que vai sendo leve, de jeito que de repente você vai ver que você tá mais saciado, né? Se a gente vê que realmente ainda tem ali um food noise, né? Um barulho de comida perturbando a cabeça que muitas das vezes existe, né? Na obesidade, na maioria dos casos vai tá vai tá aquela aquele barulho mesmo de de comida perturbando. E e eu falo assim, quando a gente tá acima do peso, igual assim, eu há muito tempo que eu tava acima do peso, ainda estou acima do peso, né? Mas assim, a gente vê, parece que é um um vício, parece que você quer comer, você vê a sua fome ali, você quer pegar e quer comer. E nem sempre é o ideal, né? E você não consegue fazer trocas porque o seu cérebro te pede a sua fome de você quer comer uma comida boa, comida gostosa. Você não quer comer uma fruta às vezes que é gostosa, mas às vezes você não quer fazer a troca, você não quer fazer substituição. Então parece que até o cérebro da gente, né? Que isso, então é onde precisa de ir fazendo ajustes na rotina de jeito de ser algo sustentável também a longo prazo. Claro que muitas das vezes a gente vai precisar de dietas mais restritivas, né? Em cada caso é um caso, mas tem que começar do começo. Tem que começar do começo. Entendendo primeiro, eu gosto muito de falar assim que eu gosto de ensinar o paciente a andar com as próprias pernas, sabe? Eu gosto de de pensar dessa forma que na hora de de estar em qualquer lugar, seja em casa ou seja em outro lugar, porque o paciente consiga fazer uma escolha, né? E então assim, e quando isso de fato tá fora do controle mesmo às vezes já tem o intuito, né, de de mudar eh de de fazer diferente, só que às vezes não consegue. E aquele e e tá realmente incontrolável, é onde muitas das vezes a gente vai precisar sim da medicação, não só relacionada ao apetite na fome, na beliscada e tudo mais, mas também a nível metabólico, né? Então, muitas das vezes o metabolismo tá tão desajustado que ele não tá funcionando como deveria. Sim. Então a gente tem que colocar esse metabolismo para funcionar como precisa, tanto com nutrientes, avaliar o que que precisa da gente ajustar a nível bioquímico, metabólico, hormonal, mas também em pilares básicos, básicos, básicos, como um sono de qualidade, uma hidratação adequada, uma alimentação nutritiva com bastante proteína nas refeições para trazer saciedade, fibras, né? Entender quais são os alimentos mais calóricos, né? os os alimentos que são mais interessantes e e aprendendo esse beabá mesmo ali e a e a medida que vai passando o tempo vai ficando mais leve. E às vezes, Jonathan, o que que acontece? Às vezes você pensa assim: “Ah, mas eu eu belisco muito e não tem não tem jeito para mim não, né? Eu gosto é de comer mesmo e pronto.” E aí, só que o que que a gente tem que ver em que que isso tá impactando na sua saúde física, na sua saúde emocional, entendeu? Na sua qualidade de vida. E a gente na hora que vai fuçar vê que tá tendo impacto. Sim, que muitas das vezes às vezes a gente até pensa assim, pensa assim: “Ah, mas não tá tudo certo, eu sou assim mesmo, tô bem assim, eu me amo, eu tô bonito desse jeito e pronto.” Não sabe? Só que na hora eu acho que ninguém sente bem estando gordo, né? Acho a gente a gente não sente bem assim, eu imagino assim que acho que quase todas as pessoas devem ter esse sentimento. Sim. Às vezes você você quer falar assim: “Ah, tô bem, vou comer mesmo e tá tudo bem”. e não fica pensando na sua saúde. Mas assim, né, bem, eu acho que a gente não sa, sabe o que que é a questão principal? Eu acho que em primeiro lugar é a falsa sensação de pensar que não tem jeito. Ah, não, o outro conseguiu, legal, mas ah não, eu não tenho jeito comigo não, sabe? Eu gosto mesmo de de comer. Eu gosto de Eu acho que eu ten o metabolismo lento, eu nem sei quem que é. Isso é mentira, não é? Não é nem sempre metabolismo lento. Existe então não, mas existe metabolismo existem reinos que eles falam que emagrece até dormindo, né? Trabalha, o organismo trabalha mais, né? Que que a gente tem que pensar que existe mesmo essa questão do metabolismo lento, mas a gente tem que pensar por que tá lento e e pô ele para funcionar. Um exame a gente consegue assim pelo exame de composição corporal que é a bioimpedância que a gente que eu faço no consultório, a gente avalia composição corporal, vai ver o peso, massa de músculo, massa de gordura, eh se tem gordura visceral, quantidade de de musculatura segmentar, né, nos braços, nas pernas, enfim, assim como de gordura, enfim. E a gente vê ali ele eh o exame de bimpedança passa uma corrente elétrica, calcula uma taxa metabólica basal que a gente vai multiplicar pelo fator de atividade, depende do exercício, depende de de alguns fatores. a gente já vai ter uma noção ali do do metabolismo, como é que tá, que tanto você tá gastando por dia, que tanto você precisa para sobreviver, que tanto que seu corpo tá que tá sendo atualmente e em cima disso a gente, só da gente tirar ali 500, 800 calorias por dia, já vai fazer uma perda de peso pelo déficit calórico. Só que às vezes a gente vê que realmente essa taxa metabólica basal está mesmo muito baixa, mas o exame mais fidedigno para avaliar isso é um exame que se chama calorimetria. Mas assim, aqui para nós, né, porque eh não não tem tanta prática assim pro dia a dia, porque eh a clínica fala muito também, sabe? O que a gente vai percebendo no com os resultados, eh o corpo ele fala muito, né? Então a gente tem que lançar a mão dos exames só mesmo pensando neles como complementares, né? Porque o corpo tá gritando sinais e sintomas, né? E então pra gente pensar também se existe metabolismo lento, né, Renato, a gente tem que pensar por que tá lento e o que que a gente faz para melhorar esse metabolismo. E tem jeito também, mas é um ajuste, né? É. E e tem muita gente que confunde nutróloga com nutricionista, né? Sim. Os dois, as duas podem, ela também, você também pode passar e a dieta, né? Sim, sim. Eh, quando eu assim, então a gente o nutrólogo, ele ele é o quê? Ele é o primeiro lugar para essa diferença, né? Então, a diferença do médico nutrólogo pro profissional nutricionista. Então, o médico nutrólogo, ele é um médico que vai fazer diagnóstico e conduta em cima de doenças ou alterações ali relacionadas à parte metabólica, à parte hormonal, né? Enfim. e vamos orientar ali a mudança do estilo de vida de acordo com a o que que tem que ser ajustado na alimentação e também todo o estilo de vida, né? E sim, muitas vezes, né? Então eu vou passar para escrever uma dieta também, muitas das vezes calculadinha ali também com esses números que a gente vê através até dos exames também. Mas quando é algo que tem que ser mais elaborado, mais opções de cardápio, isso precisa ser sim com o nutricionista que vai focar, né, na na no planejamento alimentar mesmo. Então o nutricionista ele vai ser muito mais a fundo nisso do que o médico nutrólogo, né? Mas assim, eh, o então a gente começa ali com babá da onde que precisa mudar e tudo, né? Mas se precisa de mais opções de cardápio, esmiuçar melhor esse planejamento alimentar, aí tem que ser assim com a nutricionista. Então uma coisa completa a outra e Aham. E o nutrólogo, ele ele trabalha junto com outros médicos, tem eh trabalha junto assim cardiologista e nutrólogo, com certeza. Então assim, nossa, eu sou tão apaixonada pela minha especialidade justamente por isso, sabe, Renata? Porque a nutrologia ela entrelaça todas as especialidades. Então, por a o nosso estilo de vida e a nossa alimentação tem a ver com tudo, sobre saúde, sobre doença. Então, o que que acontece? Se o se o paciente às vezes tem, igual eu dei o exemplo aí da síndrome dos ovários policísticos, né? É, então recebo muito encaminhamento de colegas ginecologistas para tratar, né, a a o estilo de vida, melhorar a resistência insulínica, né, e e fazer um ajuste metabólico para que melhore ali até os os ciclos, né, da da menstruação também, né, o se a paciente tem um desejo de engravidar, né, então para melhorar até a fertilidade, enfim. Então tem tudo a ver com estilo de vida, né? Se o paciente tem um problema ortopédico, então vamos pôr que tem um problema no joelho. Então é importante fazer o tratamento ali do que que tem. Mas se tem uma obesidade, um um sobrepeso que tá aumentando a carga em cima dessas articulações, precisa tirar o peso, né? Então precisa de tratar, né? E eh melhorar o o a carga que tá em cima ali das articulações, entende? Então eu é onde assim eu gosto muito também, né, e trabalho com abordagem da medicina funcional integrativa, né, porque o que que é essa abordagem, né? Isso não é uma especialidade, né? Não é um um uma especialidade médica, mas é uma abordagem dentro da medicina onde a gente vai pensar qual é a causa do problema. Vamos resolver pela causa, só que isso dá mais trabalho. Isso é muito minucioso, é muito personalizado, individualizado. Então é onde é onde não tem como ser receita de bolo. Não tem não é só pelos exames. Você vai eh constatar ali eh o o por que tá tendo aquela inflamação, o alimento e tudo mais. É, é assim, funciona, sim. Então, assim, eh, com relação aos exames, a gente vai ver as alterações, eh, bioquímicas, metabólicas, hormonais, vamos fazer o ajuste, né, dess dessas alterações, Jonathan. Eh, e só que sempre vai tá como caso dúvida de muita gente é qual o alimento eh ideal para aquela pessoa, por exemplo, por para mim, né? Porque cada um, cada e pessoa muda assim totalmente o sistema, né? Eh, questão até sanguínea, porque aí o o alimento vai se comportar de uma maneira no seu corpo, no meio da outra. Agora você falou um ponto que é demais. Então é o seguinte, ó. Tem aquele ditado: “Você é o que você come”. Não, nós nautrologia vamos falar que você é o que você faz com que você come. Então é aí que a gente vai fuçar e melhorar o que que você tá fazendo com que você tá comendo. Olha que lindo, que má, entendeu? Então é bem isso, por se nós agora nós quatro aqui, se a gente for comer qualquer coisa que seja, cada um de na mesma quantidade, vamos pensar uma pizza e depois dois brigadeiros. Então, se se nós quatro comermos a mesma coisa, cada um de nós, Jonatha, vai fazer diferente, vai metabolizar isso aí diferente, cada um de nós, entende? Então, quando existe uma inflexibilidade metabólica, quando o corpo, principalmente ali o pâncreas, né, relacionado com a insulina, que é quem vai ajudar a regular o o açúcar no sangue, se ele já tá meio estressado, né, se ele já tá meio de saco cheio de ter que ficar acudindo o fogo, ele ele isso com a resistência insulina. Então assim, a a inflexibilidade a inflexibilidade metabólica acontece um desajuste mesmo naquilo que você tá fazendo com o que você tá comendo. Então isso te favorece a engordar mais, por exemplo, né? E a também inflamar mais, a enferrujar mais, oxidar mais, né? Então, é e esse esse e quanto mais a gente tá inflamado e oxidado, do jeito que a gente vê uma maçã ali oxidando ou qualquer outra coisa, isso acontece por dentro. A gente tem o nosso lixo metabólico também que tem que tá funcionando. Beleza? Eu já li sobre isso, por isso que eu tô te perguntando claramente. Sim, porque cada organismo se comporta realmente de um de uma forma, de um jeito. Exatamente. Sim. E às vezes você vê um magrinho lá comendo muita pizza. Tem aquele, tem aquele, tem aquilo que eles falam lá, não engorda de ruim, não é? É sim. Eu como, eu, eu não posso nem pensar em comer uma pizza que eu tô engordando. Aquela ela é como uma pizza inteira, mas pode ser que esteja processando, não engordo de outra maneira, né? Às vezes a pessoa realmente tem uma genética favorável, né? Então sim, às vezes já é de uma família só de pessoas magras, todo mundo magrelinho pode ver que tem famílias que as pessoas são assim, né? Então às vezes já já tem realmente uma genética que é mais favorável para não ter um ganho de peso. Às vezes, se a gente tem uma genética que realmente já tem ali um histórico familiar de obesidade, um histórico de resistência insulina, de diabético do pré-diabetes, de de guidur, enfim. Então, se já tem um histórico genético eh que já vai não vai ser favorável, né? Eh, não significa que você também tá que tá refém também de de tá condicionada. Ah, não, eu tô eu tô com esses problemas de saúde porque toda minha família tem. A gente tem que pensar que a nossa genética ela vai mandar ali mais ou menos 20%. Então, os 80% é a epigenética, é o que que a gente faz com os nossos genes. Então, a gente o tempo todo a gente tá acendendo ou apagando genes. Isso é epigenética que, né? Então, isso tanto de genes relacionados a desde câncer a qualquer outra coisa, porque na verdade ninguém nasce obeso, né? É muito raro quando nasce um bebê bem. É isso que eu ia perguntar. É muito. Eu já vi menino nascendo com 5 kg. Mas é, mas são poucos. Ele vai ser um futuro obeso. Não, não necessariamente, sabe? Não. Então, a questão do bebê na sergig, né, que é o grande pra idade gestacional, 5 kg, imagina. Eu já eu já vi. Sim, isso aí envolve muitas questões, uma delas a própria diabetes mitos gestacional, mas nem sempre, mas na maioria das vezes, né? Mas assim, eh, a questão do da às vezes os pais já têm já têm, né, a os pais já têm a condição, obesidade, já tem hábitos ali, às vezes, muitas das vezes, por falta de a gente pensa que é muito óbvio, mas nem sempre, sabe? Às vezes tá tão assim ligado ali no automático que só fica no fast food, só fica no refrigerante ou nisso ou naquilo. E às vezes é porque simplesmente a pessoa ainda não conseguiu ter outra atitude, sabe? Então a gente a gente tem que pensar assim que cada um de nós a gente tem um tempo para as coisas na nossa vida e muitas vezes o que é óbvio às vezes de ver alguma coisa que olhando pra sua vida, pro seu seus hábitos parece muito óbvio, às vezes para você não é. E às vezes você olhar para mim, fala: “Gente, mas por que que é só ela fazer isso e tudo?” Às vezes para mim não é. Então a gente, a gente como ser humano, a gente tem as nossas limitações e às vezes a pessoa só ainda não tem a consciência, né, de de do que que aquilo tá causando, tanto de saúde como até de qualidade de vida. Então, às vezes a pessoa tá o tempo todo arrotando, estufada, empanzinado, sem energia, cansado, dorme mal, tem apneia do sono, só que tá tudo certo. Ah, é isso mesmo. E o e isso tem aí a gente já pensando pela parte neurocomal. e o buraco é mais embaixo. Aí daria assunto para muitas horas, muitas horas, né? Inclusive a gente tá com uma audiência assim é bem alta hoje, mas devido devido ao assunto que é muito comum e que as pessoas estão, eu acho que é é o assunto atual, né? Bacana. Obrigada a todos. Até aqui no chat aqui, ó, tem a Poli, ó. Graças à Dra. Natália que mudei meu estilo de vida. Aprendi a comer, comecei a exercitar. e consegui eliminar 20 kg. Sou grata a ela e continuo o processo. Saio de São Paulo só para consultar com ela. Duas pessoas aqui de parabenizando. A Estela Imaculada, tem a Fernanda de Doutora Maravilhosa, estão aqui te elogiando. Ah, uma outra é cliente sua, ó. Essa aqui também é. Estou muito feliz em poder participar hoje. Já tive a oportunidade de conhecer a Dra. Natália. Você é maravilhosa. Ah, obrigada a todos. Então assim, tá aqui o chat. coisa vocês podem contar com meu compromisso, minha dedicação e seriedade. Isso daí vocês podem ter certeza que nós abrimos lá umas caixinhas de perguntas aí, umas que eu vi mesmo tinha uma até até uma pessoa que trabalha comigo ela mandou na caixinha, ó, após emagrecer, como manter o peso? Hum. E aí é o que a maioria das pessoas tem mais dificuldade, né? Porque manter o peso é difícil, né? É, é isso mesmo. Eh, eu só quero completar ali rapidinho no que eu tava falando a respeito da questão neurocomportamental e já venho responder essa questão, porque eu acho que isso é uma coisa importante também, só deixar uma pluguinha atrás da orelha aí de todo mundo que tá nos ouvindo, que é o seguinte. Primeiro eu gosto de falar uma coisa muito importante assim, ó, que a gente pra gente cuidar de alguma coisa, a gente tem que amar muito, né? E então a gente só cuida, né? Então, uma mãe só cuida do filho porque ama muito do marido, da esposa, enfim. Então, porque a gente ama muito e a gente só vai cuidar da gente se a gente se amar. Isso e a gente se judiar ao longo do tempo, ao longo dos anos, muitas vezes, né, histórias de vida muito difíceis, enfim. Então, se judiar ao longo do tempo, isso que a primeira coisa que tá faltando é amor próprio, é se amar. Pera aí, eu vou me cuidar, eu quero me cuidar, eu mereço estar melhor, sabe? enxergar isso e também além além do eu preciso ou eu que parece algo assim ai muito cansativo, eu preciso então pensar eu quero, eu mereço tá melhor, né? Então Deus tem reservado para nós vida em abundância para cada um de nós. Então a gente tem que acessar isso, né? E eu penso também assim. Sim. Então primeiro lugar é é regar essa autoestima, né? Que vai começar com pequenas coisas, a de dentro para fora e de fora para dentro, sabe? E pensar que a gente se cuidar, a gente estar bem com a nossa saúde, é a gente a gente eh conseguir desfrutar do que tem de melhor na vida, né? Então assim, a a própria obesidade de sobrepeso, ela vai trazer diversas limitações, né? Só que não tá tudo realmente no nosso alcance. A gente não consegue tudo sozinho. É onde entender, falar: “Pera aí, eu preciso de procurar ajuda, né? Procar procurar ajuda de um profissional especializado, muitas das vezes mais do que um também, né? e e ficar com esse com essa quero deixar essa mensagem de autocuidado, de amor próprio. É, mas mas uma diquinha muito importante para isso tudo funcionar, a atividade física esse aí você já contou a resposta da próxima pergunta. Agora nós temos aqui um telespectador nosso muito importante. Então, mamãe, fala oi para ele. Ah, meu Deus. Beijo, meu amor. Esse Hugo é demais. Principal tem pode esquecer não, né? Mas engraçado, todo mundo sabe disso, né? Que é a atividade física. É, é um dos pilares, né? Então, sim. Ó, então, como emagrecer e manter o peso. Pronto, né? É super mega hiper ultra possível emagrecer sem atividade física. Sim. Porém, é praticamente impossível manter o peso sem atividade física. Ponto final. Então, a atividade física ela é extremamente importante. Eu vou explicar o porquê. É claro que a gente também vai precisar de uma dieta balanceada, equilibrada, né, com com os principais pilares dentro dessa alimentação adequados. Mas o por que a atividade física é tão importante? É porque à medida que a gente emagrece, a gente cai a nossa taxa metabólica basal e a gente aumenta a nossa fome. Isso pelo mecanismo de nem é de de de maldade do corpo. Isso é porque o corpo pensa que ele tá no estado de privação, o que que tá acontecendo, precisa voltar ali pro peso aonde estava. A gente chama isso de de um set point metabólico ali. É como se eh o corpo sempre vai querer reganhar o máximo de peso que tava antes, especialmente na obesidade. Então a gente, à medida que isso vai acontecer, então vamos supor que a pessoa tava com 150 kg, ela emagreceu aí ao longo dos meses foi para 100 kg. Imagina são 50 kg a menos, né? Então, é como se fosse um caminhão cheio e agora um caminhão vazio. O caminhão cheio gasta mais do que o caminhão vazio, né? Então a o esse e o conseguir gastar, né? Tanto para queima de calorias, mas não só para isso, para ajuste metabólico, para pôr o corpo funcionar melhor, precisa do exercício, que e são diversos tipos de exercício, né? enfim, mas eh precisa da atividade física, especialmente a atividade física que vai de fato ajudar aumentar a nossa massa muscular, porque é quem define nosso metabolismo. Então pra gente também manter o peso, a gente tem que ter uma boa massa muscular. A nossa massa muscular não é só da questão estética, tem é que o que sustenta nosso corpo, né, o nosso esqueleto, senão a gente era um saco de osso, né? Então tanto pra questão de funcionalidade nossa, né? pensar no envelhecer bem, mas quem determina metabolismo músculo. Então é onde precisa de uma quantidade adequada de proteína nas refeições, né? E precisa de exercícios de resistência. Então qualquer atividade física legal é mas pra questão muscular, exercícios de resistência. Então a musculação, atividades com elástico, enfim. Então os exercícios de resistência são quem vai são os que vão de fato melhorar a nossa massa muscular. e a pessoa entender, né, estar preparada para que eh consiga entender fazendo as escolhas, né, priorizando ali a quantidade de proteína na alimentação. O que que é proteína? A lista é muito pequena, pensando de maneira geral. Claro que vai ter algumas outras vegetais que vão ter um pouco menos, né? Mas resumindo, carne, ovo, iogurte, suplemento de proteína como e protein, né? Os os leite derivados também vai ter, né? Mas assim, a lista é pequena. Então é isso. A gente tem que priorizar essa entrada adequada de proteína na nossa alimentação para que a gente tenha saciedade, que é o que vai trazer saciedade. Mas também a proteína ela gasta mais para ser digerida. Então além dela saciar mais, ela também vai gastar mais para ser digerida. Então é algo que tem que priorizar, priorizar, né, com uma alimentação balanceada, né, evitando o excesso de industrializados e besteiradas que só, né, que que só é, então não é quem que gosta de uma cervejinha. E aí, boa pergunta. A a bebida Aham. A bebida alcoólica, Jonathan, ela, para você ter ideia, a bebida alcoólica, ela não existe uma quantidade considerada segura pro consumo humano. Então isso, né, dá uma, para quem gosta é duro, né? É difícil. Eh, só que assim também não é que tem que viver numa bolha para ter saúde, não, né? Então é só que é entender, tipo assim, é a gente conseguindo e ir fazendo ajustes, né, nos hábitos e e entendendo pera aí o por o qual o motivo que eu que eu vou precisar diminuir a bebida alcoólica, né? Então a gente ter uma uma motivação, então onde eu acho tão importante conversar com o paciente e explicar, né, para que tenha o paciente tenha uma melhor adesão com o tratamento. Tá vendo? É o é um é um assunto, não tem jeito de fugir. O álcool não só pela questão calórica, mas ele é muito inflamatório também, sabe? Então assim, para quem gosta da bebida alcoólica, é mais difícil mesmo. Só que a gente hoje, Jonathan, para você ter ideia, né, nós estamos aí com tratamentos revolucionários aí de poucos anos para cá, a partir da chegada no mercado do do dos análogos de LP1, né, começou aí a saxenda, né, que é a lira glutida, depois veio a a semaglutida que é o Zenic, o Igov, né, e agora temos aí análogo de LP, um Igip mais potente que é a Monjaro, a tirepatida. É, então essas medicações quando a gente tem uma indicação de utilizá-las, que são espetaculares, né, no tratamento da da obesidade especialmente, eh, elas também diminuem a vontade de beber. Você acredita? Sim, eu já já ouvi falar sobre isso. Sim. Então, assim, já é incrível, sabe? Então assim, além de diminuir a vontade do bebê, no que vai beber, costuma ter uma ingesta bem bem bem bem menor, porque aí não tá tão agradável, sabe? Então, é é algo muito interessante assim, além de de diversos, né, outros benefícios que a gente poderia falar só sobre isso também, mas assim moda agora é as famosas injeções. É sim, só que muita gente às vezes não ainda não entende também o que que é, né, essa as tais canetas emagrecedoras, né, se é só só que é o milagre. É, e muitas vezes a pessoa quer ser emagrecida, né? Ela não quer fazer nada, ela algumas pessoas pensam que é assim, né? Então você vai continuar comendo tudo que tá na frente, vai continuar igual. E às vezes pensa, vai emagrecer, né? É. E pensa isso, né, Michel? E pensa que às vezes assim também porque tá comendo menos, pode comer qualquer coisa, é aí que tá. Então às vezes a pessoa derrete só massa muscular porque tá comendo menos, mas não tá nada nutritivo, fica desnutrido, né? E e depois vai ter um reganho ali tudo, só que com uma com uma pior função muscular, porque aí para engordar mesmo, pra gente ganhar gordura, é assim, né? Para ganhar massa muscular, massa muscular eu falo que ela é muito ingrata, né? Difícil ganhar, mas para perder é fácil. Comigo já aconteceu isso, o efeito sanfona, né? Eu fui e voltei. Emagreci quase 30 kg. Quase 35 kg, né? E depois fui engordando aos poucos novamente, mas não tomei nada, não fiz nada, só exercitei e fiz uma dieta ali à base, né, de de ovo, né, na época que eu fiz. Ah, isso é é muito interessante, etc. Não, eu comia, mas não na mesma quantidade, fiz minha cabeça. Eu entendi. Aham, entendi. E e o que que aconteceu? O que que acontece com relação a esse tal efeito sanfonata, Jonathan? É assim, eh, às vezes as pessoas também pensam o seguinte, que porque vai usar uma medicação no tratamento da obesidade, a pessoa pensa assim: “Ah, mas depois que eu parar de usar, eu não vou reganhar tudo o peso, né? Vou engordar o dobro, né?” né? Então assim, primeiro são muitas medicações que a gente vai lançar a mão, então onde é onde é tão importante uma avaliação minuciosa para ter uma indicação daquilo que a pessoa precisa, né, de medicamento, porque são são muitas indicações, igual eu falei no início, até a respeito dos tipos de fome, como que são diferentes, né, e tal. Mas, Jonath, olha para você ver que interessante no seu caso, ó, mesmo sem medicamento, que que aconteceu? Uau, emagreceu 30 kg. Caraca, incrível. Só que depois o que que aconteceu? Set point foi lá, te desajustou e reganhou o peso. Não é porque o que você fez falhou, não é porque você não fez algo. Ai, será que o que que aconteceu? É só porque você interrompeu o tratamento. Então, na verdade eu não fiz o tratamento. É isso. Só que eu digo assim, o tratamento continuou, né? É. Então, então assim, é onde você pensou que tava tudo OK e pronto, né? Só que isso foi desajustado. Então assim, interrompeu o tratamento tanto medicamentoso como um segmento profissional. Quero dizer também porque veja que que isso realmente acontece com tanto com medicamento como às vezes sem medicamento também. E por que que isso acontece? Eh, por causa de que a gente tem que entender que é uma doença crônica e que precisa de um tratamento crônico. E muitas das vezes, sim, vai ser medicamento pro resto da vida. te perguntar isso é só que, por exemplo, é onde a gente tem que identificando, Jonathan, vamos supor, a pessoa emagreceu, seja com medicamento ou não. O mais difícil às vezes nem é só o emagrecer, é a gente de fato acompanhar ali de perto para poder não a gente vi com estratégias metabólicas, tanto com o estilo de vida, como com o medicamento, com o suplemento, fazendo ajuste ali bem assim individualizado e personalizado, um ajuste fino, metabólico, que é o que vai fazer toda a diferença para que a gente consiga sustentar esse peso, né, para não haver recidiva do peso. Hoje até a gente a gente, né, diz que é uma que é uma uma recidiva, por ser uma doença crônica e recidivante, não é nenhum reganho de peso, é uma doença que tá ativa, entende? Né isso. Então veja se uma pessoa com hipertensão, às vezes a pressão dela tá tá ótima e aí ela pensa, não, preciso mais do remédio, né? Eh, e passa uns dias, né? Isso aí. Aí vai subir de novo. Então é porque é uma doença crônica também, né? Eu não sabia que era crônico. Olha só. É crônico. Sim. Então assim como você não sabe, Jonata, muitas pessoas também não sabem, sabe? Então e e até mesmo os próprios portadores da doença, sabe? Então assim, é onde parece que tá tão assim, é melhor largar para lá porque ah não, eu eu gosto da minha cerveja, eu gosto de polícia, ah não vou mexer com procurar médico não, porque cerveja, mas dá para isso mesmo, vai ficar sem, né? Mas só você tem que diminuir a continuidade e a gente sim, tando com um profissional ao lado para poder ir fazendo esses ajustes, não fica pesado, sabe? É claro que a gente tem que ter uma determinação, né, daquilo que a gente quer também, mas tendo um profissional ao lado para est acompanhando e e fazendo todo esse ajusteando, te dando incentivo, né? Porque também a maioria das pessoas também falta às vezes um um um médico que te acolhe, que te incentiva né, e que te ajude ali a conseguir manter o processo, né? Sim, com certeza. Todo mundo acha que é chato fazer isso e às vezes não é, mas às vezes você tem que seguir, né, aquele cronograma, não não exatamente assim igual uma receita, né? Você vai ter falhas, né, ao longo do processo vai ter falhas, né? Sim. Só que não pode abandonar, sabe? Chutar o balde e abandonar. Um dia você falhou, você vai não, só que se não tiver com profissional ao lado para est acompanhando, né? Então fica muito mais complicado para sempre. É uma doença crônica, então o acompanhamento ele é para só que não precisa ser todo mês, né? Na hora que a gente entra ali numa estabilidade, principalmente depois que a gente teve uma, por exemplo, na obesidade. E também não é que tem que ficar todo mundo magro um palito, não. Isso é importante também de deixar claro, sabe? Que só o fato da gente ter uma perda ali de 10%, 20% do peso nu como que isso melhora a qualidade de vida, os exames e tudo, sabe? Então assim, eh, se a gente entendendo que é uma doença em atividade, o tratamento ele é crônico. Então, a pessoa, vamos supor esse esse exemplo que eu dei de 100 kg foi para de 150 foi para para 100 kg. Agora a gente precisa de sustentar esse peso novo por pelo menos um ano, por senão é como se o termostato lá, tipo que o ar condicionado, vamos pô que aqui tá no 22, né? Então a temperatura vai ficar se ajustando ali no 22. O corpo, esse set point metabólico é isso. Ele vai ter querer voltar sempre lá pro 150. Só que a partir de um ano de o peso novo sustentado, engraçado, gosta de voltar mesmo. Volta, né? R é sabe? E é isso mesmo. Volta mais rápido que você perdeu, né? Isso é como um elástico, sabe? Mas como eu fiz uma reeducação alimentar neste processo, eu demorei um tempo, acho que foi uns três, qu anos. Hum. Não foi rápido. Aham. Então, eh, só que eu percebi que agora é mais difícil. É, mas que a gente vai envelhecendo. O que que pode acontecer muitas vezes? Às vezes pode ser que também nessa nesse emagrecimento houve uma grande perda de massa muscular, talvez também uma às vezes um pouco de músculo, a gente vai acabar sim perdendo porque a gente tem gordura entremeada no músculo também. Então esse músculo tá disfuncional, ele não tá funcionando como deveria também. Então precisa sair essa mioesteatose. Gordura de dentro do músculo precisa de ir embora também. Às vezes isso vai ser lido ali, né, como uma como uma porcentagem ali até pela biimpedança. Mas é claro que a gente tem que tentar é é ganhar a massa muscular, é no mínimo de tudo preservar essa massa muscular, né, com uma dieta equilibrada, com ajuste metabólico, com tudo aquilo, sono, a hidratação, enfim. Mas só que se a gente se a gente quando a gente emagrece, se a gente teve uma uma um percentual de massa muscular muito além do que deveria, aí o nosso metabolismo, a taxa metabólica, lembra que eu falei que quem determina metabolismo é músculo, né? Basicamente, se caiu demais, então o centro da fome, né, o o apetite vai tá aumentado para reganhar o peso, só que o metabolismo que já tava baixo, tá mais baixo ainda, porque perdeu muita massa muscular. Então é onde é assim, tanto de de se sentir muito fraco, né, ou às vezes com muitos sintomas, é onde às vezes a gente olha algumas pessoas estão emagrecidas, mas com aspecto de tá doente, né? Sim. É, né? E às vezes muitas pessoas a gente também olha e às vezes vem fala: “Nossa, como você tá bem, como que a pessoa vai afinando, não é? Afina tudo, afina pescoço, afina tudo, a pessoa murcha, né? Então isso é o corpo desinflamando, funcionando melhor. Até o sem plante é é assim, é muda muito, né? O seu ânimo, né? Sua disposição até pr as coisas do dia a dia, né? É. E aí, Jonata, a gente precisa de de encontrar também se tem a necessidade de uma medicação que que vá te ajudar nessa parte metabólica. Se você tem uma estatose hepática, uma resistência insulina, você a sua você nadar contra correntes, contra correntes, contra a maré, né, contra e é é muito complicado assim, sabe? Então, se a gente não vem com ajuste e pô seu corpo para funcionar melhor, às vezes, mesmo você comendo igual você já vai emagrecer. Porque seu corpo tá lidando melhor com o que você tá comendo. Entende como que isso é complexo, sabe? Não sei se eu consegui ser ser clara, né? Eu tô eu tô você tá falando, eu tô aqui me imaginando porque eu tô Ah, imaginando eu magro. Não, não é, tô querendo. Vamos lá, né? Nós temos uma pergunta aqui também, ó. Tem uma pergunta, não sei se já houve essa explicação. Existe algum exame ou avaliação que mostra se a pessoa tem dificuldade hormonal? ou outra para poder emagrecer. Com certeza. Principalmente nós mulheres, né, fase ali de perimenopausa, né, climatéria e pós-menopausa, a coisa dá uma desajustada braba. Então se a gente, então assim, a mulher tende, especialmente, né, nesse período, tende realmente assim a a modificar muito a a alteração hormonal, modifica demais o metabolismo, tende a fazer mesmo uma deslipidemia, um aumento do colesterol do triglicides, uma resistência insulínica, tende a fazer um acúmulo de gordura abdominal, que é a mais perigosa inclusive, né? Porque é esse acúmulo de gordura abdominal que vai acumular gordura dentro dos órgãos. Então é, esse aqui é o mais perigoso, a mais perigosa, né, pr para infarto, parac, enfim. Então, a circunferência abdominal ela é é algo importante, né, de de da gente observar. Mas então tanto fazer o ajuste hormonal, né, eh, no caso da mulher, mas no caso do homem também existe eh desequilíbrios hormonais que vão tanto favorecer a perda de peso como retroalimentar a perda de peso. Então a gente tem que identificar até a a a alteração hormonal também, né, que e às vezes só com a perda de peso, só deagrecer, diminuir gordura, diminui a conversão da testosterona no estradiol, que já vai fazendo um ajuste ali do da parte hormonal, inclusive, né, a própria tirepatida aí que é a Monjaro, né, ela inclusive eh tem um estudo muito interessante que que que foi feito e comprovou o seguinte, resumindo a história, que só o fato do tratamento com a tirepatida, a gente já consegue melhorar a produção da testosterona sem às vezes nem ter feito a às vezes melhor até do que a própria reposição ali no período. Então, olha que incrível como que e porque a gordura ela não é ali só talibazinha isolante térmica, ela é ativa, ela tá ali liberando citocinas inflamatórias, ela tá fazendo conversão hormonal, entende? Então, com certeza, tanto em homens como mulheres, como jovens, enfim. Então, e a trasformar, ela pode favorecer sim a peso. Agora que é um elogio, né? Dout. Natália, você é de uma sabedoria ímpar. Obrigada pela compreensão que tem com seus pacientes. Obrigada. E a madeid, né, que falou isso. Agora ela me ajudou numa época muito difícil da minha vida. Assim que puder, vou voltar com os tratamentos. pessoa e profissional maravilhosa. Tem outros te mandando beijos. Beijos para todos, inclusive, né? Principalmente pro meu principal telespectador, o Guinho. Te amo, né? Ele tá aqui, ele tá aqui bem. Tá firme aí? Ele até mandou falar que o papai falou que você tá linda. Também amo muito vocês. Tem mais perguntas aí. Aqui, tá? Fiquei durante 15 anos nos três dígitos. Aí em 2020 eu conheci essa doutora maravilhosa e com muito cuidado e atenção ela elaborou um tratamento específico à minha realidade e já se foram quase 30 kg. Sensacional, gente. Isso, isso não tem preço, sabe? Então é assim, não tem nada eh né? É ver esses esses resultados acontecendo, né? Aí outra paciente sua, a melhor coisa que aconteceu para mim foi conhecê-la. Humana, procura a raiz do problema e eu perdi 20 kg e estou mudando minha mente e hábitos. Que ótimo. Eu ainda estou aqui, mamãe. [Risadas] Beijo. Hoje nós tivemos aí um um recorde, batemos quase 2000. Ai, que máximo, que legal. Obrigada a todos. Busca de um assunto que é muito e hoje atual importante. É, nós temos assunto aí para mais horas, né? Se a gente ficar aqui falando, né? Mas eu acho que o assunto hoje foi muito bem esclarecedor, né? É. E tem uma pergunta lá se quem toma o que que é é se depois de tomar mão jaro a pessoa volta a engordar. Boa pergunta. Então isso é uma dúvida muito frequente. Trabalhamento que você falou até no meio ainda nosso bate-papo, né? Sim. Só que tem algo muito importante. Então isso é é excelente essa pergunta, né? Porque assim é o que realmente as pessoas pensam: “Ah, mas que que que é que que adianta se eu tomar? Se depois na hora que eu parar, eu vou engordar tudo de novo. Primeiro você tem que parar. Por quê, né? A não ser que se for por uma questão financeira, a gente vai mudar o tratamento, porque no por mais que elas são espetaculares, mas precisa de indicação. Não é para todo mundo, não é todo mundo que precisa perder peso que a melhor indicação vai ser Monjaro, vai ser igov. Muitas das vezes a gente tem outras medicamentos que são importantas pessoas também que tenham alguma alguma alguma já algum processo que não pode tomar essas essas injeções. Isso também tem as contraindicações. Isso eu sei que eu acho que tem algumas pessoas que tem algumas que sim. Então é todo medicamento tem indicação e contraindicação. A gente precisa em primeiro lugar de ter bom senso e muito critério para fazer a escolha certa, que é onde vai dar resultado. Escolhendo a medicação certa vai ter resultado. Legal, né? Tem gente que passa mal, mas ela então é, mas também tem os efeitos colaterais que podem acontecer, assim como qualquer uma. Então a gente sabendo se é um um profissional especializado, vai saber manejar esses efeitos colaterais, né? Só que às vezes muita gente deixa de tomar porque pensa assim: “Ah, mas o que que adianta se eu tomar e depois na hora que eu parar vou engordar?” Mas ó, que que acontece? Até pensando na Monjaro, eu tenho vários pacientes que inclusive já fizeram tratamento, seja com Monjaro, com Zenpi, e que hoje não estão mais em uso, entende? Então é, sim, é possível. Muitas das vezes a gente tem que trocar por outra medicação. Às vezes a gente o o assim, o nosso comportamento, nosso metabolismo, a gente nosso corpo ele é dinâmico, né? Então às vezes o que a gente precisa hoje, amanhã a gente não precisa mais. e enfim. Então, é claro que quem tá tomando aí por conta própria e em qualquer lugar e tomando do amigo, tomando em qualquer lugar que vende como se fosse água, com uma extrema e absurda irresponsabilidade, que é mais do que irresponsabilidade, isso é imprudência, né? Então, prescrição médica é um ato médico e precisa de um acompanhamento. Que que agora precisar receita, não precisa mesmo assim, Michel, tem lugar que vem sem receita, sabe? Então tem pessoas sim, sabe? E tem que tomar então assim um período. Sim. Então a gente cada caso, Renata, é um caso, sabe? Às vezes tem pessoas que às vezes eu já programo ali com a pessoa, olha vamos pensar ali de três a se meses, mas às vezes eu já, né, penso que vai ser um período maior, enfim. Então a gente faz uma programação. Só que às vezes o o que que é o mais importante? a a gente ajustar tanto o estilo de vida e esse metabolismo a ponto de que ele esteja funcionando tão bem, né, que às vezes a gente a gente vai precisar talvez de de outras medicações só para ajudar, vamos supor, se a pessoa tem uma compulsão alimentar que também tem sid também é uma doença que precisa de tratamento também, né? Então, se a pessoa tem uma compulsão alimentar, às vezes, eh, e às vezes só, enfim, assim, essa parte medicamentosa, eu não vou entrar muito detalhe porque é muito muito complexo, né? Isso não estenderia muito o assunto, mas ou seja, é impossível de fazendo o acompanhamento, o tratamento certinho, né, nas datas propostas, quando, né, igual tem alguns pacientes assim que vão direito, eu falo: “Olha, volta daqui três meses, pessoa volta, às vezes quer voltar até antes, eu falo: “Não, calma, você tá bem, pode, pode ser daqui tanto tempo, né?” Uhum. Ou então, eh, então a gente, à medida que a gente vai percebendo se não tem mais necessidade, a gente vai diminuindo a dose, né? Tanto a gente pode não é legal é assim interromper de uma hora para outra. Não que não possa, não é um medicamento que não que precisa de um desmame, né? Com relação a Monjaro e até os empico eigão precisa de um desmame, mas é sim necessário isso na prática. Então eu vou diminuindo dose, eu vou espaçando o tempo. Se a gente tem outros sintomas, a gente vai vir com outra medicação em conjunto, enfim, é igual uma hipertensão mesmo. Às vezes tá controlado com o diurético, às vezes tá, você falou antes, né? Ele vai ser praticamente o resto da vida, né? O seu tratamento ele é pro resto da vida. Sim. Só que se a gente também consegue fazendo um ajuste metabólico e metabólico não, quer dizer neurocomportamental, tão importante que a pessoa já conseguiu estabelecer bem ali também, né, um estilo de vida sustentável também tem caso que sim, às vezes a pessoa não vai precisar mais da medicação e consegue manter conseguem, né? Sim. Tem pessoas que ela ela costuma com aquele processo, né? É. E às vezes assim muda tão radicalmente o estilo de vida, sabe? E uma coisa legal também que o a respeito do pro emagrecimento é importante que tenha pelo menos aí o ideal seria, né, de uns 150 minutos de exercício por semana. Já pra manutenção do peso, o importante seria de 200 a 300 minutos por semana. Todo mundo consegue essa só que a partir do momento queer cinco vezes. Exatamente. Então assim, tudo na nossa vida é questão de prioridade, né? Tudo é questão de prioridade, então a gente tem que se priorizar também, né? Só que sabe o que que mais motiva, né, o o a pessoa a continuar, Jonatha, isso é você tem que saber, é o resultado, sabe? A pessoa vê que tá funcionando e que tá sentindo melhor. Caraca, eu tô dormindo bem, meu Deus. Eu não sinto mais aquele tanto de gases, aquela azia, eu não, meu intestino tá funcionando. Eu, e não é não é as pessoas, as pessoas têm que ter consciência que não é só para emagrecer, um fator muito a qualidade de vida. É isso. É que motiva a continuar. Fala que eu nunca mais quero voltar para aquele lugar onde eu tava. Eu parei também de vez, acabou. Vou voltar tudo que eu erro. É, mas para você ter essa qualidade de vida, você tem que tá bem também. Por exemplo, eh, eu engordei por motivos de estress, eh, ambiente de trabalho difícil. Aham. Então, isso foi causando, come muito para descontar lá, né? Foi causando um estresse, tanto físico, principalmente como metabólico. Sim, Jonath. Isso acontece. é o que mais tem hoje. A própria sociedade é assim, o mundo hoje é um mundo obesogênico. Por ó, assim, as pessoas extremamente todo mundo independente da profissão, gente, quem tem quem tem tempo hoje, né? Todo mundo, cada um na sua correria, no seu corre ali, né? Então, ó, sobrecarga de trabalho, estress, né? falta de gerenciamento desse stress, o sedentarismo, o fast food porque tá, tem que ser mais rápido, tem que ser mais gostoso, porque eu mereço, porque não dá tempo de eu fazer uma outra coisa. A luz e só ficar fechado na luz artificial, não expõe a luz natural, não exponha o sol. O sol não é nem nesse sentido, nem é só por causa de vitamina D que eu tô dizendo. O que regula o nosso metabolismo basicamente é o ritmo circadiano, que é o horário eh que que é determinado pela luz do sol. Então, a luz natural, o que que é dia e o que que é noite, é a que vai regular. Toda a nossa, nosso corpo tem horário para funcionar. Então, eh, o, os, os nossos hormônios têm horário desde o cortisol até a melatonina ali pra noite, entende? Então, aí fica só na luz artificial, não expõe ao sol, não pisa descalço na terra, na grama, né? Que isso faz uma uma não busca energia. É, não só energia assim meio mística, mas também de isso tem importante para pro nossa condução elétrica do corpo, sabe? Isso. E então, né? Bem água, tava bem isso tudo que até na porta do carro que eu tô encostando. Aham. Então tá precisando descalçar mesmo. Então a gente tem que começar pelo básico também, sabe? Seja na parte esportiva, igual você comentou da nutrologia esportiva. Michel, hoje ainda eu tive uma paciente que já era minha paciente, mas tinha um tempinho já que ela não constava. E aí ela querendo, ela, o objetivo dela até era a parte estética mesmo, falando: “Ah, eu quero quero melhorar, né? Quero, não tô fazendo, alimenta bem, dorme e tal, mas ah, eu quero melhorar a parte estética”. Aí ela, que que eu que ela falou? Ah, que eu quero ver que que você vai me passar e tal. E aí assim, basicamente a gente ajustou o estilo de vida, sabe? Tava com ingesta inadequada de água. dormindo poucas horas, eh, até que come proteína nas refeições, mas tá uma quantidade insuficiente. Então, o que que eu fiz com ela? Eu falei: “Olhe, né, confia que vai dar certo”, mas primeiro eu quero que você bata essas metas assim, assim, assim de hidratação adequada, porque o músculo também precisa de água para se hidratar e para e para para crescer, como diz também, né? Então esse isso é um algo que é para tudo, tanto assim, o que que a gente precisa pôr o corpo para funcionar como precisa. Então nesse nesse nesse mundo estressante que a gente vive, todos nós, a gente tem que aprender a ter um gerenciamento melhor do estresse, tanto com terapia, né? Claro, todo terapia todo mundo na fase da teia tinha que fazer, né, gente? Mas eh pelo menos assim, cuidando do básico, sabe? Procurando se hidratar bem. Gente, e claro que essa história de tomar 2 L de água é uma coisa meio genérica, mas procurando ter uma boa hidratação, que isso pelo menos pelo menos ali 0,35 por kg de peso ali por dia, mas foi fazer xixi, xixi tá amarelo, criatura bebe água, tá desidratado, né? Então assim, ó, beber mais água, se exercitar mais, se às vezes tá realmente, tem períodos na nossa vida que às vezes a gente a coisa dá um nó que às vezes naquele momento a pessoa realmente não consegue ainda iniciar um exercício, mas pelo menos movimenta mais, sobe de escada, dá uma volta no quarteirão, vai falar no telefone, levanta, vai passear com o cachorro, vai passear com o cachorro. Só o fato da gente caminhar por 15 minutos após o almoço ou uma refeição pesada, a gente diminui o açúcar no sangue. Olha que máximo isso. Então, né, tomar mais água, se exerçar mais, tá vendo o tanto que o alimento à noite, a oxidação dele, principalmente quando você deita com um alimento, fazendo o trabalho de gestão, é assim, totalmente ao ao contrário do do do dia. É uma coisa assim, inclusive eu tô fazendo até uma mudança de hábito, com não comendo, né? Isso todo mundo, todo mundo fala, né? Mas não comer depois das se conta que você tá fazendo depois daspois das das 6 ou das até que horas você tá comendo? Deixa eu ver se tá legal. Até umas 8, 9. Depende muito da horário que eu saio aqui. Quando eu já não vou, já hora que você deita para dormir. Ai ai com tem 10 horas, tá? 11 horas. Então é o seguinte, primeiro não é fisiológico a gente comer depois de 8 da noite, principalmente. Então errou. É só Jonatha que é o seguinte, pelo menos pelo menos comer ali até duas horas antes de deitar, isso até pra parte digestiva, refluxo, enfim, sabe? Mas é, é, então não é que vai emagrecer se comer mais cedo, mas vai deixar de engordar entre aspas, sabe? Então assim, sim. Então a gente não tem, eu reparei que a janta faz a diferença com relação ao apetite. Você fala para engordar? Não, para engordar. E e a questão também é da digestão pesada doão. Aham. Hã. Ah, que você colocar no pratão, não é? Eita, Jonathan, VP tá te entregando. Jonathan. Engraçado, mas engraçado. Eu eu gosto de comer bem, mas depois pode perguntar ela para você ver. Eu gosto de comer bem, mas dentro, né, de um de uma coloração legal. Ah, sim, né? Às vezes tem um uma salada, às vezes tem um arroz, uma carne, né? Às vezes eu gosto muito da proteína que é a carne. Aham. Sim. Mas tem, ela tá falando que é uma das dos das dos melhores proteinha. Jant. Então é assim, ó. Jantar não é o problema, sabe? Dá sim para você emagrecer jantando, só que ali a gente tentar colocar essa refeição mais cedo. Mas é jantar o quê? Depende é do que que tá nesse prato e depende do que que comeu no resto do dia e do que que comeu ontem, entende? A soma do dia, né? Do dia da semana, do mês. É isso que importa, sabe? E também ao jantar, né? Uma tabelinha, né? Primeiro a a isso, né? Assim, ó, também importante, a gente, a ordem que a gente come as coisas tem impacto na nossa glicose. Então, se a gente começa a refeição com proteínas e fibras, a gente, o açúcar no sangue começa a subir muito devagarinho. E aí depois mesmo se a gente vem com o macarrão, ele vai subir também, só que ele não vai dar um um pico de uma vez, a gente tem que sair fora. É, de disparo de açúcar e insulina. esses disparos de açúcar, insulina que fazem com com tanto o açúcar em si como carboidratos refinados, coisas de alto índice de gliccêêmico, ou seja, até a bebida alcoólica, esses disparos de açúcar no sangue é que a gente tem que evitar, a gente tem que poupar e preservar nossa insulina, que é isso que vai desajustar e fazer lá inflexibilidade metabólica, mudar as coisas que eu tava dizendo. Então, a ordem que a gente come também importa, sabe? Então é possível sim emagrecer jantando. E a quantidade, né? E a claro as as proporções, a proporção desse prato, né? Então assim, mas para saber mais tem que procurar a doutora Natália. Coisa força aqui, eu faço aqui. Mas olha, agora nós temos ainda vários assuntos, né? Aí ligado à neutrologia. Nós podemos falar aí, né, dos idosas crianças, amor dos pronta já. Já tá com a roupa de tá aí. Lembrando que a que a Natália desde que veio para PI a nossa parceira na revista Guia Saúde, né? Sim. Olha essa daqui já é de 4 anos atrás, ó. Tempo voa, né? Olha, tempo voa. Essa matéria ficou muito legal, né? Onde eu coloquei bem explicando o que que é a nutrologia medicina funcional integrativa, né? Porque é algo que as pessoas não conhecem, então achei muito legal. Tem muito de saber. a necessidade da dessa dessa desse acompanhamento que eu não sabia que era tão extenso, né? Tão não não tão necessário. Uhum. As indicações são muitas, né? Então assim, eh, realmente é onde eu tava dizendo que que engloba muita coisa, acaba entrelaçando em muitas especialidades de onata, tá? Por isso, porque realmente assim eh a a gama do que que a gente pode fazer para melhorar tanto a saúde como como diminuir o impacto que a doença tá causando ou evitar doenças futuras, isso engloba simplesmente tudo. Isso mesmo, né? Então aí, ó, você precisa de um nutrólogo e nem sabia. Tá vendo? Eu acho que na verdade todos todos precisam, né? Na verdade, porque todos nós, gente, todos nós, não é só quem tá acima do peso, não, desde até o funcionamento simples, as vitaminas, os como que tá nosso organismo, né? Sim. Os exames, as taxas, né? Sim. Queríamos nós ficar aqui batendo papo e nossa, o pior que tem tanto assunto, né? Tanta coisa para perguntar. Dra. Natália aí atende aqui em Pina WS, né? Sim. aqui toda a clínica em São Roque de Minas, a clínica Vitale. Vitale, isso mesmo. Isso. A toda quinta e toda sexta que viu aí, né? E tem e tem atendimento online, né? Isso. Online para todo mundo. Online também é bom. E quem ainda tá precisando aí do, né, dar uma melhorada aí nos nos exames, tá pensando em emagrecer, né? Sim. Fica aí a dica da Dra. Natália, né? Eu tô tô em acompanhamento com ela. Já tem uns uns cinco ou seis mes por isso que tá linda assim, né, gente? Esses dias eu dei uma uma emagreceu pr caramba. Sim. Ó a diferença da Michel. É que os exames também não estavam tão legais, né? Não é só em são. Isso chamou um convite para mim ir também. Sim. Foram vários fatores, né? Já quando eu procurei, procurei por malestar. Não tava me sentindo muito bem. É, não foi nem o peso, né? Foi nem só o peso. Foi uma consequência, né? Foi para ajustar algumas coisas que não t não estavam legais. Mas assim, foi e é importante sim, é muito importante. Eu, por exemplo, eu nunca fui assim muito gorda, mas de uns tempo para cá eu tô gordando depois de velho. E às vezes isso acontece mesmo comendo igual, Renata, você fala: “Gente, mas que que tá acontecendo? Por que que eu tô engordando?” Porque às vezes, realmente, às vezes tá comendo igual ali nos últimos anos, só que to até a questão hormonal, né? Então, às vezes isso modifica mesmo. Tem onde a gente tem que melhorar. É, acontece. Eu sempre fui bem gordinha, tava gordinha já há alguns anos, só que depois de um episódio que eu de dengue eu fiquei hum não fiquei muito legal. Foi aonde eu procurei a ajuda. Ah, entendi. É, é. Não, mas a gente tem muita coisa para falar. Vamos marcar outro. Pode deixar marcado. Tá todo mundo querendo saber mais. Constante. E fora a obesidade que ainda tem várias coisas aí para você falar. Não dá tempo de, né, o nosso tá no tempo, mas fica o convite pra próxima. Mas foi foi muito muito bom. Deixar ela dar as últimas considerações que enriquecedor, maravilhoso. Foi muito bom. Acho que eu perguntei, acho que eu perguntei mais do que os Mas você pode ter, eu tenho certeza absoluta que você ter trazido coisas práticas do dia a dia, as suas dúvidas são da maioria das pessoas que estão nos assistindo, nos ouvindo, Jonathan. Sabe porque são coisas é o real mesmo, sabe? dia a dia, né? É, é, são as dúvidas, é ali a prática do dia a dia mesmo, sabe? Então, isso mesmo. E que quiser, dá um deixa aí um conselho pras pessoas, eh, né, sobre cuidar, né, da saúde, do bem-estar, né? Uhum. Olha, eh, o principal é que que eu quero que vocês entendam assim, né, que a gente tem que est bem, sabe? Não é independente da idade, a gente tem que est bem. que às vezes muita gente pensa assim também, ah, porque eu tô ficando velho, eu tô envelhecendo, tem mais jeito não. Aí pensa que tem que acostumar com ter dor, pensa que que acostumar com ficar eh indisposto, sem energia, dormindo mal, né? Então, não, pelo amor de Deus, tem jeito, sabe, da gente melhorar muito a qualidade de vida, independente da queixa, né, da gente da gente e independente. E então que se tem alguma coisa incomodando, precisa de procurar ajuda, porque tem jeito, né? E mas pensando sobre a obesidade, que é o nosso tema principal assim de como emagrecer e ficar e permanecer magro, né? Então, eh, a mensagem final especialmente sobre isso, é assim, que obesidade é uma doença crônica, progressiva e recidivante. Então, se você tá acima do peso, se você tem tanto tá com sobrepeso, tá com obesidade, precisa de procurar ajuda, não é que vai ser a coisa mais difícil do mundo, tem jeito sim de melhorar, né? Tem tem como eh tanto tem jeito como é extremamente benéfico, né, para para viver melhor. Uhum. Eh, e para evitar também e infarto, o AVC, né, assim. Então, ou seja, evitar problemas futuros, mas, ou seja, procurar ajuda, saber que tem jeito, sim, né, que tem muito o que a gente fazer além das medicações, mas que muitas vezes sim, a gente precisa delas. Mas enfim, né? Se cuidem, se amem, comecem a cultivar aí o amor próprio, né? Claro que a gente não tá uma constante, todo dia a gente tá, nossa, tá de ótimo humor ou tá se amando muito, a nossa vida é alto e baixo. A hora que tá que tá, né, aqui é porque já morreu, né? Mas aí por isso que existe, mas procurar ajuda, o ponto segura ali para você. Isso é procurar ajuda, procurar ajuda. Procurar ajuda. Isso. Principalmente para não ter problemas futuros, né? Sim. E pro agora se sentir melhor também, sabe? Sentir melhor, olhar no espelho, ver que que tá tá vendo, gostar do que está vendo. Isso porque porque hoje a assim a gente já tem tem muito estudo relacionado à medicina preventiva, né? Do que que a gente já é é muito bem classificado. Então o o fator de risco cardiovascular não é só sobre colesterol e LDL, não, gente, pelo amor de Deus, sabe? O buraco é bem mais embaixo. Colesterol importante tá controlado. É, mas o buraco é bem mais embaixo, sabe? Então, eh, tem que temos que nos cuidar todos nós e eu também me encontro nessa lista. Uhum. Alerta é alerta. Isso. Pois fala morreu de quê, né? Inclusive, só só uma observação, né? Que mulheres perimenopausa, né? Uma um estudo de certa forma irrescente, né? E ficou claro até o seguinte, que os próprios fogachos que tem, são relacionados ali na pele menopausa, não é só um calorão. Mulher que tem mais folga tem maior risco cardiovascular. Então, olha só, isso é importante de de, né, de de informar, porque precisa de de não é só sobre a menopausa, não é só sobre calorão, né? Então, eh, precisa de de tratar. Tá desregulado. Nossa, pois é, engraçado, né? dava outra outro podcast. Eu dava outro. Isso é muito bom. Então tá. É menopausa. Isso é muito bom. Mais um breve. É isso aí. Mais mais um podcast sucesso. Vou marcar uma consulta, viu? Tô pensando aqui já. Já tô aqui, ó. Já tô pensando. Estarei te aguardando. Ai ai. Meninas, muito obrigado. Mais um um podcast enriquecedor, né? Breve aí. já, né, quase no nos dias já de lançar aí o Guia Saúde, um conteúdo de sucesso, terceira edição, né, está chegando, né, inclusive vai ser lançado lá nos destaques. A Natália vai tá está conosco de novo, né, Natália, com a matéria muito boa. Uhum. e vamos eh compartilhar esse conteúdo, né? Ficar atento nos próximos e ficar ligado aí. Doutora Natália, eh se alguém quiser te procurar, pode eh mandar um WhatsApp, te procurar pelo Instagram, como que faz? tem, eu vou deixar os contatos, né, das da clínica aqui em São Roque, que é a clínica aqui em Piwi, que é a clínica WS, em São Roque a clínica Vital, né? Mas a gente pode disponibilizar os números, mas tem pelo pelo WhatsApp, pelo pelo Instagram, aliás, tem os o número de telefone de contato também, né? Sim. Aí só chamar lá que só chamar. Então, boa noite, Jonathan. Boa noite, Natália. Retorno, né, que você mora na na VAR, né? Isso. Muito obrigada, viu? Foi ótimo. Ótimo. É muito esclarecedor. E nós vamos marcar outro mesmo. Sim. Vamos, Bruno. A mamãe agora já vai. Tá na hora dela aí já. Agradeço a vocês pelo convite e adorei também participar. E muito obrigada. Foi muito bom. Obrigada, Tiona. Obrigada a todos também que estão aí com a gente. Isso. Agradecendo você pela audiência aqui pelo Red Mega. agradecendo você aí também, né, que nos compartilha e que também compartilha os nossos conteúdos. Voltamos em uma próxima, agradecendo você sempre pelo carinho, pela sua participação aqui. nosso grande abraço e até o próximo. [Música]

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